25 de setembro de 2017

Conferência Regional da Promoção da Igualdade Racial


"Senhoras e senhores convido-os a participar da IV Conferência Regional da Promoção da Igualdade Racial ,que acontecerá dia 30 de setembro, oficialmente no Centro de Educação Francisco Carlos Moriconi, na Rua Benjamin Constant nº 865 no centro da cidade de Suzano, das 9 horas às 15 horas, com o tema: Década Internacional dos Afrodescendentes, Desenvolvimento, Reconhecimento e Justiça. Aguardamos a presença de todos." (Inês Silveira) 















10 de setembro de 2017

Escola da Cidadania José de Souza Cândido - Curso


A Escola da Cidadania é um programa destinado aos agentes e lideranças comunitários, conselheiros municipais, religiosos, educadores, estudantes, representantes de entidades da sociedade civil, associações de moradores, gestores públicos e demais interessados. O objetivo da escola é desenvolver a capacidade para a elaboração, acompanhamento e fiscalização de políticas públicas através de cursos permanentes onde os participantes terão acesso a conhecimentos específicos, como: princípios de educação popular, cidadania, participação e cultura política. Este projeto busca envolver pessoas interessadas em formação contínua, com o compromisso de multiplicar o conhecimento adquirido junto a sua comunidade e seu espaço de participação social e política. 

O curso será realizado na Paróquia São Sebastião - Praça João Pessoa s/n Centro - Suzano, de 5 de agosto a 27 de novembro.





9 de setembro de 2017

A Enxada e a Lança



Baseado em ampla pesquisa bibliográfica e na experiência de quinze anos de exercício da diplomacia em terras africanas, este livro é, como explica o autor, ‘um manual que serve como introdução ao conhecimento da África’ e se configura um clássico no estudo do africanismo no Brasil.




6 de setembro de 2017

Raizes do Brasil - Sergio Buarque de Hollanda




Raízes do Brasil aborda aspectos centrais da cultura brasileira, buscando compreender o processo de formação da sociedade brasileira. A tese central é a de que o legado personalista da experiência colonial constituía um obstáculo a ser vencido para o estabelecimento da democracia política no Brasil. Nesse sentido, destaca-se a importância do legado cultural português e a dinâmica dos arranjos e adaptações que marcaram as transferências culturais de Portugal para a sua colônia americana.

Na livro, publicado em 1936, o historiador Sérgio Buarque de Holanda procura elucidar a realidade brasileira e as causas de uma certa mal sucedida formação de um espírito progressista no seio das relações sociais da civilização brasileira, apontando as transformações (ou continuações) de realidades desde o período colonial até a época da publicação do livro.

O filme “Raízes do Brasil, uma cinebiografia de Sérgio Buarque de Holanda” de Nelson Pereira foi realizado para celebrar o centenário de nascimento do historiador, em 2002. É dividido em duas partes, na primeira, as imagens de Sergio Buarque de Hollanda aparecem em fotos aqui e ali e em algumas filmagens de época. É através das histórias contadas por sua viúva Maria Amélia, pelos filhos e netos, e pelos amigos Paulo Vanzolini e Antonio Cândido, que o espectador é levado ao ambiente de trabalho do historiador, sua biblioteca, seu escritório, onde ele passava horas a fio lendo e escrevendo. Trata-se de uma ótima oportunidade para conhecer um pouco mais a biografia do autor. MAIS










27 de agosto de 2017

Oficina Dialogada - Lei 10.639/03



Inscreva-se no link https://goo.gl/zHttnx

Você receberá um email de confirmação de inscrição.

Faça sua inscrição até dia 12 de setembro e a partir do dia 13 de setembro confira no site se seu nome consta na lista de inscritos.


Associação dos Professores de Escolas Públicas e Escolas sem fins lucrativos 

Indicação: Katia Varela







26 de agosto de 2017

Mãe de aluna de Araporã é acusada de racismo contra professora



" Sem o hitlerismo ou o stanilismo do povo, não haveria nem HitlerS e nem StalinS." (Wilhelm Reich)






16 de agosto de 2017

Videoconferência “II Concurso de Música – Vozes pela Igualdade de Gênero: #RespeitaAsDiferenças”



Informamos que no dia 21 de agosto (segunda-feira), das 13h às 15h00, será realizada a videoconferência de lançamento do II Concurso de Música - Vozes pela Igualdade de Gênero, que apresentará subsídios para a mobilização e participação das escolas e estudantes do Ensino Médio no Concurso. 

A videoconferência é direcionada aos PCNP de Ciências Humanas, PCNP e Supervisores interlocutores de Educação para a Diversidade Sexual e de Gênero, Gestores Regionais do Sistema de Proteção Escolar, Educadores em Geral, Professores Coordenadores do Ensino Médio, Vice-diretores do PEI, Professores Mediadores, Alunos, especialmente gremistas.

O Concurso Vozes pela Igualdade de Gênero é resultado de parceria entre a Secretaria da Educação, Ministério Público do Estado de São Paulo e Midas Studio, buscando estimular o debate sobre questões de gênero e diversidade sexual e suas interfaces com a vida cotidiana dos estudantes, com ênfase na prevenção das manifestações de violências e discriminações, por meio de produção musical. Nessa versão, o concurso traz o tema “#RespeitaAsDiferenças”, ampliando as reflexões sobre o respeito aos Direitos Humanos, o direito à identidade e o modo como as questões de gênero e sexualidade se apresentam nos usos cotidianos das mídias digitais pelos estudantes. 

Assim, solicitamos às Diretorias de Ensino a disseminação das informações para as Unidades Escolares e Núcleo Pedagógico participarem da videoconferência. É imprescindível a colaboração de todos para que possamos desenvolver uma gestão afinada e corresponsável. A videoconferência será transmitida por streaming pelo site www.rededosaber.sp.gov.br




13 de agosto de 2017

NUNCA ME SONHARAM


O valor da educação como direito fundamental

Nunca Me Sonharam nos convida ao diálogo sobre a realidade do ensino médio nas escolas públicas do Brasil. Na voz de estudantes, gestores, professores e especialistas, o filme questiona: como nós, enquanto sociedade, estamos cuidando e valorizando a qualidade da educação oferecida aos jovens na fase mais sensível e transformadora de suas vidas?




5 de agosto de 2017

INTOLERÂNCIA RELIGIOSA NO ESPAÇO ESCOLAR




Veja o vídeo





“Eu tenho que dizer pra vocês: aqui dentro da MINHA escola vai funcionar, vai se realizar e vai se apresentar o que EU achar que é de Deus. Nada de Pombagira aqui dentro” 
(Ana Trindade - diretora do Centro de Educação Trindade, no Pará)






3 de agosto de 2017

Materiais: Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos de São Paulo



O Núcleo de Inclusão Educacional (NINC), da Coordenadoria de Gestão da Educação Básica (CGEB), compartilha os materiais utilizados na videoconferência, realizada dia 25/7, sobre a proposta de Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos de São Paulo (PEEDHSP). 

 Texto base do Plano – a ser discutido nas audiências públicas e aberto a contribuições de toda a sociedade – clique aqui

 Slides utilizados na VC – clique aqui

 O processo de construção do Plano e as datas e locais das audiências públicas estão sendo divulgados no site: http://peedhsp.blogspot.com.br/

A equipe NINC ressalta a importância de que toda a rede participe dessa discussão, conheça o texto base e participe – nas audiências públicas ou enviando contribuições por e-mail para o aprimoramento da proposta. Lembra ainda que, um importante eixo do Plano, diretamente relacionado à rede estadual de ensino, é “Educação Básica”, pautado, dentre outros aspectos, nas Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos – estabelecidas pela Resolução do Conselho Nacional de Educação nº 1, de 30 de maio de 2012.





CONCURSO: MAIS DIREITOS, MENOS GRADES








27 de julho de 2017

Palestra: CIÊNCIA tecnologia INOVAÇÃO - africana e afrodescendente







IV CONFERÊNCIA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL




Foi publicado, no Diário Oficial da União desta quarta-feira (21/06), a alteração do decreto anterior no qual convocou a “IV Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial – IV Conapir”.

O novo decreto modifica as datas para a realização das conferências livres, as municipais, as estaduais e a nacional, a ser realizada no segundo trimestre de 2018, em Brasília. A partir do tema “o Brasil na Década dos Afrodescendentes: reconhecimento, justiça, desenvolvimento e igualdade de direitos”, governo e sociedade discutirão questões voltadas ao enfrentamento do racismo, a conquista de novos direitos e o combate a discriminação e demais formas de intolerância.




Diário Oficial


25 de julho de 2017

DIA NACIONAL DE TEREZA DE BENGUELA E DA MULHER NEGRA


25 DE JULHO

DIA NACIONAL DE TEREZA DE BENGUELA E DA MULHER NEGRA


Dia 25 de julho é data para celebrar o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. O nome é, segundo a ex-senadora e autora do texto Serys Slhessarenko, uma forma de criar um ícone para as mulheres negras do país. “É preciso criar um símbolo para a mulher negra, tal como existe o mito Zumbi dos Palmares. As mulheres carecem de heroínas negras que reforcem o orgulho de sua raça e de sua história”, afirmou Serys ao site da Câmara dos Deputados.

“Rainha Tereza”, como ficou conhecida em seu tempo, viveu na década de XVIII no Vale do Guaporé, no Mato Grosso. Ela liderou o Quilombo de Quariterê após a morte de seu companheiro, José Piolho, morto por soldados. Segundo documentos da época, o lugar abrigava mais de 100 pessoas, com aproximadamente 79 negros e 30 índios. O quilombo resistiu da década de 1730 ao final do século. Tereza foi morta após ser capturada por soldados em 1770 – alguns dizem que a causa foi suicídio; outros, execução ou doença. LEIA MAIS





19 de julho de 2017

APROPRIAÇÃO CULTURAL EXISTE?


Casos de apropriação cultural que mostram a importância do tema

Questões relacionadas a racismo são de difícil abordagem em um país como o Brasil, que nega ser racista apesar de ter sido erguido sobre o genocídio, escravização e violenta subordinação de povos negros africanos durante 358 anos - e a manutenção desse grupo em locais marginalizados da sociedade até hoje.

E dentro deste crime perfeito - já que no país "há racismo, mas sem racistas", como disse o antropólogo Kabengele Munanga para a revista Fórum - como esperar que um tema como a apropriação cultural não gere embates nas redes sociais e exponha, de quebra, a ignorância de boa parte dos brasileiros, especialmente os brancos? MAIS



Isabella Santoni


Anitta 


Daniela Mercury



 Demi Lovato


 Thauane Cordeiro


Katy Perry







Documentário Orí - (Beatriz Nascimento)


"A história dos movimentos negros no Brasil entre 1977 e 1988 é contada no documentário Ôrí, lançado pela cineasta e socióloga Raquel Gerber. Tendo como fio condutor a vida da historiadora e ativista, Beatriz Nascimento, o filme traça um panorama social, político e cultural do país, em busca de uma identidade que contemple também as populações negras, e mostrando a importância dos quilombos na formação da nacionalidade.

Ôrí significa cabeça, um termo de origem Iorubá, povo da África Ocidental, que, por extensão, também designa a consciência negra na sua relação com o tempo, a história e a memória.

Com fotografia de Hermano Penna, Pedro Farkas, Jorge Bodanzky, entre outros, música de Naná Vasconcelos e arranjos de Teese Gohl."








14 de julho de 2017

CONSUMO NÃO INCLUI HÁBITOS CULTURAIS


"Pesquisa mostra que apesar da oferta e do poder aquisitivo, maioria dos brasileiros não investe em cultura: 70% não leram livros e 55% não acessaram qualquer atividade."


"Metade dos brasileiros nunca foi a cinema, teatro ou museu"


"72,4% dos entrevistados não vão a exposições em SP, diz pesquisa"


"Professores da rede pública têm entrada gratuita nos Museus do Estado de São Paulo"


"Cultura não é valorizada’, diz docente de estado com pior taxa de museus"














A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e área interna





12 de julho de 2017

Como mudar o mundo - Eric Hobsbawm


Este livro, uma coletânea de vários textos que escrevi sobre o assunto entre 1956 e 2009, é, em essência, um estudo sobre a evolução e o impacto póstumo do pensamento de Karl Marx (e de seu amigo inseparável, Friedrich Engels). Não é uma história do marxismo no sentido tradicional, embora seu núcleo compreenda seis capítulos que escrevi para uma mais que ambiciosa Storia del marxismo, em vários volumes, publicada pela editora Einaudi em italiano 
(1978-82), projeto do qual fui um dos planejadores e organizadores. Esses textos, revistos, às vezes amplamente reescritos e suplementados por um capítulo sobre o período de recessão marxista a partir de 1983, constituem mais da metade do conteúdo do livro. Além deles, o livro contém alguns estudos adicionais a respeito daquilo que o jargão acadêmico chama de “a recepção” de Marx e do marxismo; um ensaio sobre o marxismo e os movimentos operários 
desde a década de 1890 (uma versão inicial desse ensaio foi apresentada como palestra, em alemão, na Conferência Internacional de Historiadores do Trabalho, em Linz, Áustria); três introduções a obras clássicas: A situação da classe trabalhadora, de Engels, o Manifesto comunista e as teses de Marx sobre formas de organização social pré-capitalistas, constantes do importante conjunto de manuscritos de 1850, conhecidos em sua forma publicada como Grundrisse. O único marxista pós-Marx/Engels analisado neste livro é Antonio Gramsci.

Cerca de dois terços desses textos não tinham sido ainda dados a público em inglês ou em qualquer outra língua. O capítulo 1 é minha contribuição, ampliada e reescrita, a uma conversa pública sobre Marx, realizada sob os auspícios da Jewish Book Week [Semana do Livro Judaico] em 2007. O mesmo se aplica ao capítulo 12. O capítulo 15 não tinha sido publicado anteriormente.

Que leitores eu tinha em mente ao escrever esses estudos, agora reunidos? Em alguns casos (os capítulos 1, 4, 5, 16 e, talvez, o 12), apenas as pessoas interessadas em conhecer melhor o assunto. No entanto, a maioria dos capítulos dirige-se a leitores com um interesse maior por Marx, pelo marxismo e pela interação entre o contexto histórico, de um lado, e o desenvolvimento e a influência das ideias, de outro. O que tentei fazer foi mostrar a esses dois grupos que a discussão de Marx e do marxismo não pode ficar limitada ao debate a favor ou contra, ao território político e ideológico ocupado pelas diversas e mutantes variações de marxistas e de seus antagonistas. Durante os últimos 130 anos, o marxismo foi um tema importante no concerto intelectual do mundo moderno e, através de sua capacidade de mobilizar forças sociais, uma presença crucial e, em alguns períodos, decisiva, na história do século XX. Espero que meu livro ajude os leitores a refletir sobre a questão de qual será o 
futuro do marxismo e da humanidade no século XXI.

Eric Hobsbawm
Londres, janeiro de 2011





7 de julho de 2017

A Marquesa de Santos – a “verdadeira” história



Nesse vídeo, o historiador Paulo Rezzutti nos conta um pouco a respeito da vida de Domitila de Castro do Canto e Melo, a Marquesa de Santos, do seu nascimento até o final do relacionamento com D. Pedro I. Sua vida não se resume ao famoso romance extraconjugal com o imperador D. Pedro I. Confira:






6 de julho de 2017

O que é o Leitura ObrigaHISTÓRIA?


Bem-vindos ao Leitura ObrigaHISTÓRIA, um canal voltado ao conhecimento acadêmico na área de Ciências Humanas, especialmente História. Assistam a nosso trailer e saibam mais. 









Leitura ObrigaHISTÓRIA



4 de julho de 2017

"Medievalista" online


É com enorme prazer que informamos que o novo número da "Medievalista" está já online!

Pode ler este número e os anteriores números da revista do Instituto de Estudos Medievais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - FCSH NOVA em: 





3 de julho de 2017

Projeto "Literatura e Paisagismo - Revitalizando a Quebrada"





Rede TVT






TV BRASIL


A TV Brasil encabeça uma rede de emissoras públicas brasileiras com uma programação que reflete a diversidade cultural e social do país.








HISTÓRIA DOS AUTÓCTONES AMERICANOS



A proposta deste artigo é analisar como a articulação da teoria dos quatro estágios serviu de pano de fundo na History of Brazil (1810-1819), escrita por Robert Southey, para o exame das populações que viviam no Brasil, rio da Prata e Paraguai. Além disso, busco mostrar a importância da History of America (1777) de William Robertson para a inserção da história americana dentro da macronarrativa da história universal através da circunscrição dos povos originários como moralmente selvagens e vivendo no estágio de caçadores e coletores. Nesse horizonte de delimitação das sociedades em bárbaras, selvagens ou civilizadas, a History of America de Robertson foi decisiva para a construção dos povos indígenas americanos como vivendo em um estado selvagem. Southey continuou explorando as maneiras e os costumes dos selvagens, realizando um significativo alargamento dos tópicos e esmiuçando as peculiaridades de diversas tribos sem, contudo, deixar de apontar seus modos de subsistência, que se desenvolviam de acordo com estágios previamente delimitados. MAIS





2 de julho de 2017

“A crença na independência do Poder Judiciário é estúpida”


Depoimento do advogado, filósofo e professor Silvio Luiz de Almeida, doutor em Filosofia e Teoria Geral do Direito pela USP, sobre como o Poder Judiciário serve à ordem vigente e reproduz todas as suas injustiças. MAIS 



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