Núcleo Inclusão Educacional
24 de outubro de 2018
22 de outubro de 2018
20 de outubro de 2018
13 de outubro de 2018
11 de outubro de 2018
8 de outubro de 2018
1 de outubro de 2018
17 de setembro de 2018
16 de julho de 2018
15 de julho de 2018
Camarote.21 - 200 anos de Karl Marx
O Camarote.21 desta semana é dedicado a um homem de muita barba... e visão! Um teórico que ainda hoje inflama discussões políticas. Sempre citado, embora nem sempre lido. Há duzentos anos nascia Karl Marx, autor de "O Capital" e do "Manisfesto Comunista". Mas quão atuais são as teorias do pensador alemão?
É hora de deixar de lado qualquer rótulo de mocinho ou vilão para entender como Marx se tornou o que é hoje. Confira a edição especial do Camarote.21.
12 de junho de 2018
Área de Ciências Humanas na BNCC
No Ensino Fundamental, a BNCC estabelece que as Ciências Humanas devem contribuir para que os alunos desenvolvam a noção de contextualização marcada pelo binômio tempo x espaço.
Veja os aspectos fundamentais que a BNCC estipula para os componentes História e Geografia:
5 de junho de 2018
31 de maio de 2018
Afinal, transmite-se ou se constrói o conhecimento?
29 de maio de 2018
IV Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial
Entre os dias 27 e 30 de maio de 2018, acontecerá em Brasília a IV Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial - CONAPIR com o tema "O Brasil na década dos afrodescendentes: reconhecimento, justiça, desenvolvimento e igualdade de direitos". A IV CONAPIR é um grande encontro de lideranças da sociedade civil e representantes de governos municipais, estaduais e federal para dialogar sobre as políticas públicas para o enfrentamento do racismo no Brasil.
O combate à discriminação por crença, gênero, raça e etnia têm obtido muitas conquistas, mas a violência racial ainda é uma realidade que ameaça a democracia e a igualdade de direitos e oportunidades.
Antes da etapa nacional, as conferências realizadas nos município ou regionalmente, e depois as conferências estaduais e a distrital, são a oportunidade de um grande debate nacional sobre o tema.
As políticas públicas voltadas para população negra e combate à discriminação racial são obrigação de todos os governos, independentemente de ideologia política. Cobre a realização de conferências no seu município e estado. A participação social e a realização das Conferências são uma conquista do povo brasileiro. MAIS
25 de maio de 2018
Vestibular Indígena 2019
A partir deste ano, além do vestibular tradicional, haverá outras formas de ingresso para os cursos de graduação da Unicamp, como o Vestibular Indígena, as vagas das cotas étnico-raciais, vagas para medalhistas em olimpíadas de conhecimento e as vagas para ingresso via Enem.
O edital do Vestibular Indígena será divulgado em breve. MAIS
15 de maio de 2018
O constrangimento das crianças negras nas aulas sobre escravidão e abolição
Todos os olhares em mim e eu não sabia para onde olhar. A professora falava sobre negros escravos (não escravizados), chibata, mortes, famílias separadas, até que uma princesa branca chamada Isabel, assinou a lei Áurea e libertou os meus ancestrais, no dia 13 de maio de 1888. MAIS
Curso de formação deve ensinar professor a readaptar práticas
Pesquisar, analisar, avaliar, aprender, criar e formular. Em palestra realizada na última terça-feira( 8), durante o Ciclo de Debates em Gestão Educacional sobre formação docente, promovido por Itaú Social e Instituto Ayrton Senna, a professora Linda Darling-Hammond, da Universidade de Stanford (EUA), chamou a atenção para verbos importantes presentes na Base Nacional Comum Curricular, que demonstram a quebra de filosofia em relação ao modelo educativo atual. A partir de agora, segundo ela, professores precisam estar cientes de que a aula padronizada não será suficiente e o processo de ensino vai demandar readaptação constante. MAIS
20 de abril de 2018
10ª Olimpíada Nacional em História do Brasil
A Olimpíada Nacional em História do Brasil é um projeto de extensão da Universidade Estadual de Campinas, desenvolvido pelo Departamento de História por meio da participação de docentes, alunos de pós-graduação e de graduação. É coordenada pelas profas. dras. Cristina Meneguello e Alessandra Pedro.
Em suas nove edições a ONHB firmou-se como uma empolgante competição para equipes de oitavo e nono anos do ensino fundamental e do ensino médio de todo o Brasil, trazendo uma proposta inovadora de estudar a história do Brasil, abordando temas fundamentais a partir de documentos históricos, imagens, mapas, textos acadêmicos, pesquisas inéditas e debates historiográficos. MAIS
19 de abril de 2018
TODO DIA ERA DIA DE ÍNDIO
"Quando seu filho chegar hoje em casa todo lindo pintadinho de índio batendo na boca e fazendo Hu HU Hu... conte a verdade pra ele!
Não permita que a mentira sobre nós indígenas se perpetue... nós não somos seres do passado ... estamos vivos.
Tem índio em todas as partes do Brasil e não só na Amazônia. Índio não é só aquele com olhinhos puxadinhos e cabelo preto e liso... somos diferentes... cada povo foi se constituindo ao longo dos séculos... séculos e séculos de opressões e massacres...
Ensine seu filho a respeitar a diferença!!
-O Brasil não foi descoberto. Foi invadido.
-Os indígenas brasileiros pertencem a 305 etnias diferentes ... falando 274 línguas.
- Estamos presentes em todas as regiões do Brasil.
- Índio não vive só nas florestas. Tá ai na cidade. talvez ai do seu lado.
-Cada povo é diferente do outro. cada um tem seus usos e costumes que se assemelham em alguns casos.
-Índio brasileiro não bate a mão na boca e faz hu hu hu... isso pertence à cultura de nossos irmãos indígenas norte americanos.
-Há indígenas pelo mundo todo.
- Usamos internet, celular, tablet e nem por isso deixamos de ser indígenas.
- Na verdade nem somos índios... somos Tupinambá, Guarani, Pankararu, Tuxá, Mundurucu, Yanomami... o nome índio nos foi dado pelo invasor..."
Texto: Potyratê Tupinamba
imagem: http://crecheepreescolamundofeliz blogspot com br
Histórias e Culturas Indígenas na Escola
Por conta das possíveis abordagens da temática indígena no mês de abril, o Núcleo de Inclusão Educacional – NINC, do Centro de Atendimento Especializado – CAESP, tem a satisfação de reapresentar o conjunto de 11 videoaulas sobre “Histórias e Culturas Indígenas na Escola”, conduzidas pelo Prof. Dr. Giovani José da Silva, da UNIFAP (Universidade Federal do Amapá) e da UFF (Universidade Federal Fluminense), especialista no assunto e ex-aluno de escola pública do Estado de São Paulo, com a participação especial da Profa. Dina Padilha (DE Guarulhos Sul).
As aulas, divulgadas anteriormente no Boletim CGEB nº 232, de 12 de março de 2018, são conduzidas em um tom agradável de conversa direta e franca com os(as) docentes. A sequência temática e as sugestões de leitura, escolhidas de forma cuidadosa, trilham caminhos que apontam diversas possibilidades de se trabalhar as questões indígenas na sala de aula, a partir de um olhar “desnaturalizado”, que além de combater preconceitos e estereótipos, valoriza o que os povos indígenas têm de melhor a nos ensinar.
Desta forma, esperamos que as equipes pedagógicas das DE utilizem o material (vídeos e as sugestões de leitura) no sentido de não só visar a implementação da Lei Federal 11.645/2008, como também a de construir práticas pedagógicas, críticas e reflexivas, sobre os povos indígenas e suas relações socioambientais e políticas.
12 de abril de 2018
CONGRESSO DE PREVENÇÃO E ENFRENTAMENTO BULLYING
05 de abril- Caminhada pela Cultura de Paz- Ferraz de Vasconcelos (Agradecemos as escolas: Edir do Couto Rosa; Eliane Aparecida Dantas da Silva; Iijima; Lândia Santos Batista; Marta Calixto Cazagrande; Tácito Zanchetta ( e todas as demais que participaram de outras formas)
06 de abril- Caminhada pela Cultura de Paz- Suzano ( Agradecemos as escolas: Antonio Rodrigues de Almeida; Luiz Bianconi; Luiza Hidaka; Raul Brasil ( e todas as demais que participaram de outras formas)
09 de Abril- Programação Técnica Teatro Municipal Dr. Armando de Ré ( Agradecemos as todos os especialistas, participantes, parceiros e convidados)
23 de março de 2018
19 de março de 2018
15 de março de 2018
Educação para as Relações Étnico-Raciais: Fórum Inter-religioso de SP e Videoaulas sobre Culturas Indígenas na Escola
O Núcleo de Inclusão Educacional (NINC) do Centro de Atendimento Especializado (CAESP) apresenta os materiais em vídeo a seguir (todo o material está disponível na videoteca da Rede do Saber):
• Videoconferência (VC) intitulada Apresentação do Fórum Inter-religioso para uma Cultura de Paz e Liberdade de Crença, que foi realizada dia 20/02/2018 e contou com a participação da Secretaria de Estado da Educação, Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania e de lideranças religiosas do próprio Fórum. Essa videoconferência pode subsidiar as atividades dos Educadores Mediadores.
Para acessá-la, clique no link abaixo: http://www.rededosaber.sp.gov.br/Videoteca/DadosBloco.aspx?id_bloco=2595
• Série de 11 videoaulas “Histórias e Culturas Indígenas na Escola”, com o Prof. Dr. Giovani José da Silva, que abordam assuntos variados relacionados ao universo das culturas indígenas, desde as etnias indígenas em São Paulo até práticas para se trabalhar na sala de aula e sugestões de materiais. Esse material pode subsidiar as atividades dos Professores da Área de Ciências Humanas.
Para acessá-la, clique no link abaixo:
13 de março de 2018
SEMINÁRIO: Gente que transforma a educação: Experiências de equidade racial e de gênero
Ínicio: 09:00, Quarta, 21 de Março de 2018
Término: 19:00, Quarta, 21 de Março de 2018
Local: Sesc 24 de Maio: Rua 24 de Maio, 109 - República, São Paulo - SP, 01041-001
INSCRIÇÃO
https://www.ceert.org.br/premio-educar/seminario-inscricao
09:00 - CREDENCIAMENTO
09:30 - ABERTURA
10:15 - PAINEL 1 - O COTIDIANO DAS BOAS PRÁTICAS
12:00 - INTERVALO
13:30 - PALESTRA - EDUCAÇÃO, HISTÓRIA E CULTURA
14:30 - PAINEL 2 - APRENDIZAGENS DA COMUNIDADE ESCOLAR
15:40 - DEBATE - GESTÃO ESCOLAR PARA EQUIDADE: REFLEXÕES SOBRE PRÁTICAS DESENVOLVIDAS EM ESCOLAS PÚBLICAS
16:20 - INTERVENÇÃO CULTURAL
18:20 - SHOW DE MARIENE DE CASTRO
Faça sua inscrição pelo site: : https://www.ceert.org.br/premio-educar/seminario?utm_source=premiados&utm_medium=email&utm_campaign=seminario-educacao-21-marco
18 de fevereiro de 2018
Primeiro Sábado Resistente do ano lança livro sobre Honestino Guimarães
No dia 24 de fevereiro, o Memorial da Resistência, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, promoverá mais uma edição do Sábado Resistente, projeto realizado em parceria com o Núcleo de Preservação da Memória Política. O evento será às 14h00 e lançará o livro “Paixão de Honestino”, de Betty Almeida.
Honestino Monteiro Guimarães (1947-1973) foi líder estudantil, presidente da Federação dos Estudantes da Universidade de Brasília (FEUB) e da União Nacional dos Estudantes (UNE), em 1971. Militou também contra a ditadura civil-militar como membro da Ação Popular Marxista-Leninista (AP). Em 1973, foi sequestrado pelas forças de segurança e desapareceu. MAIS
Evento será no dia 24 de fevereiro, às 14h00, com entrada gratuita e a presença da autora de _Paixão de Honestino_, Betty Almeida, Mariana Dias, Ricardo Azevedo e Dorgival Henrique
No dia 24 de fevereiro, o Memorial da Resistência, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, promoverá mais uma edição do Sábado Resistente, projeto realizado em parceria com o Núcleo de Preservação da Memória Política. O evento será às 14h00 e lançará o livro _Paixão de Honestino_, de Betty Almeida.
Honestino Monteiro Guimarães (1947-1973) foi líder estudantil, presidente da Federação dos Estudantes da Universidade de Brasília (FEUB) e da União Nacional dos Estudantes (UNE), em 1971. Militou também contra a ditadura civil-militar como membro da Ação Popular Marxista-Leninista (AP). Em 1973, foi sequestrado pelas forças de segurança e desapareceu.
A obra _Paixão de Honestino_ narra a trajetória do combatente, que a autora conheceu quando era estudante secundarista. Para elaboração do livro, esteve em contato com familiares, amigos e companheiros de luta de Honestino. Além de uma obra biográfica, o livro também é ferramenta de inspiração e aprendizados para os jovens que compõem a luta nos dias atuais.
O livro estará a venda por R$ 50,00 no dia do evento. Serão aceitos pagamentos em dinheiro e cartão.
*PROGRAMAÇÃO*
▪*14h00* – Boas-vindas – Julia Gumieri (Memorial da Resistência de São Paulo)
▪*14h10* – Coordenação – Maurice Politi (Núcleo de Preservação da Memória Política)
▪*14h20* – Exibição do vídeo “Honestino Guimarães”, de Paula Damasceno, produzido pelo Instituto CUCA da União Nacional dos Estudantes (UNE)
▪*14h30* - Depoimento de Juliana Botelho Guimarães Lopes, filha de Honestino
▪*14h40* – Mesa Redonda
_Betty Almeida_ foi militante estudantil na UNB até 1968 e depois na UFRJ, onde terminou seus estudos. Mais tarde, já professora do Departamento de Química da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, participou do movimento sindical dos professores universitários. Hoje atua no movimento por memória, verdade e justiça e por direitos humanos. É autora de _Paixão de Honestino_, pela Editora Universidade de Brasília.
_Dorgival Henrique_, militante da Ação Popular processado e condenado, viveu na clandestinidade na década de 1970. Estudante de Direito afastado da UnB por perseguição política, onde militou com Honestino. Integrado à AP desde 1966 em São José do Rio Preto.
_Ricardo Azevedo_, jornalista e escritor. Ex-preso e exilado político. Dirigente da Ação Popular (AP), junto com Honestino. Autor de Por um triz – memórias de um militante da AP, Editora Plena.
_Mariana Dias_, presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE).
*16h10* – Debate
*SERVIÇO*
Memorial da Resistência de São Paulo
Endereço: Largo General Osório, 66 – Luz - Auditório Vitae – 5º andar
Telefone: (011) 3335-4990/ faleconosco@memorialdaresistenciasp.org.br
Aberto de quarta a segunda (fechado às terças)
Entrada Gratuita
Mais informações à imprensa
Memorial da Resistência de São Paulo
Marilia Bonas – (11) 3335.4996 mbonas@memorialdaresistenciasp.org.br
Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo - Assessoria de Imprensa
Fonte: https://www.facebook.com/arnaldo.silva.988/posts/1800057360065363?pnref=story
Indicação: Raquel Menegussi
15 de fevereiro de 2018
Encceja: aprovados já podem conferir como retirar certificado de conclusão do Ensino Médio
Os aprovados na edição do Encceja 2017, que optaram pela Secretaria da Educação como instituição certificadora, já podem retirar o certificado de conclusão do Ensino Médio ou Declaração Parcial de Proficiência para a eliminação de áreas de conhecimento.
Para solicitar a certificação, o participante deveria ter no mínimo 18 anos completos na data de realização do exame e ter atingido o mínimo de 100 pontos em cada uma das áreas de conhecimento do Encceja. No caso de Linguagens e Códigos e suas Tecnologias no Ensino Médio, o participante deverá adicionalmente obter proficiência na prova de Redação para obter certificação. Será considerado habilitado na Redação o participante que obtiver nota igual ou superior a cinco pontos. MAIS
3 de fevereiro de 2018
30 de janeiro de 2018
Documentos Orientadores - Planejamento 2018
Veja as orientações da Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB, e inicie esse importante
trabalho que dará origem aos Planos de Ação da Diretoria de Ensino e das Escolas.
29 de janeiro de 2018
Curso: Gênero, sexualidade e diversidade sexual: desafios para a escola contemporânea
O curso Gênero, sexualidade e diversidade sexual: desafios para a escola contemporânea – 1ª Edição/2018 tem por objetivo a formação continuada dos educadores da SEE-SP. Ele parte da necessidade de garantir o acesso a informações e conhecimentos específicos relativos à diversidade e ao respeito aos direitos humanos e às competências necessárias para estabelecer o diálogo com os alunos, bem como para lidar com conflitos e preconceitos, a fim de que sejam capazes de educar para a garantia de direitos e para o exercício de respeito à diversidade.
A quem se destina:
A todos os servidores da SEE-SP em exercício em quaisquer categorias, cargos ou funções dos três quadros da SEE-SP: QM, QAE e QSE, conforme a base da CGRH do mês de dezembro de 2017.
Benefícios:
Conhecer os conceitos de diversidade, gênero, sexualidade e relações étnico-raciais e sua aplicação na escola e no currículo;
Compreender a diversidade, de modo a garantir o respeito às diferenças, propiciando mudanças nas práticas pedagógicas das escolas, nos estudantes e na comunidade escolar.
Cronograma:
Inscrições: de 29/01 a 09/02/2018
Período de realização do curso: de 23/02 a 23/05/2018
Modalidade:
A distância, estudos autônomos no AVA-EFAP.
Carga Horária:
90 horas divididas em 3 módulos:
Módulos:
Módulo I – Gênero e educação
Módulo II – Sexualidade, diversidade sexual e educação
Módulo III – Diversidades, diferenças e desigualdades
Certificação:
Para fins de certificação serão considerados dois itens:
Realizar no mínimo 75% das atividades do curso. Como o curso é composto por três módulos é necessário realizar todas as atividades avaliativas do curso para ser aprovado(a).
Obter no mínimo 51% de aproveitamento das atividades avaliativas propostas no curso
Os certificados serão emitidos pela EFAP, após o término do curso e respectiva homologação em DOE.
O cursista apenas será certificado se completar a carga horária e avaliações determinadas neste plano de curso.
O cursista poderá utilizar o certificado do curso para a evolução funcional pela via não acadêmica, de acordo com a legislação vigente para seu quadro de atuação.
28 de janeiro de 2018
19 de janeiro de 2018
Educação Compartilhada - Histórias, brincadeiras e cantigas de infância
Criar vínculos por meio da arte e do resgate da história de cada um. Foi assim que Daniela del Sole, professora da EJA, Educação de Jovens e Adultos, da EE João Vieira de Almeida, conseguiu se conectar com a sua turma. Com o canto, a dança, o teatro e a poesia os alunos aumentaram seu repertório e desenvolveram uma série de habilidades importantes para a vida.
Curso Histórias, Culturas Indígenas e a Cidade de São Paulo
CURSO: HISTÓRIAS, CULTURAS INDÍGENAS E A CIDADE DE SÃO PAULO: Saberes, Protagonismos, Abordagens, Pesquisa e Ensino (Lei nº11.645/28)
OBJETIVO GERAL
Estudar, conhecer e refletir acerca de dimensões das Histórias, Saberes e Culturas Indígenas brasileiras, tendo como recorte territorial mais específico a Cidade de São Paulo. A ideia é incentivar estudos e pesquisas sobre os povos originários, constituindo relações com o ensino através dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs e com a aplicação da Lei 11.645/2008 - que “estabeleceu as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Porém, acima de tudo quebrar preconceito em relação aos Povos Indígenas e conseguir apoio a nossas lutas. MAIS
6 de janeiro de 2018
Mulheres são menos de 10% dos personagens em livro de História usado em escolas públicas
Quando alunos do ensino médio das escolas públicas brasileiras leem sobre o Iluminismo no livro “Por Dentro da História”, de Pedro Santiago, Célia Cerqueira e Maria Aparecida Pontes (ed. Escala Educacional), eles aprendem sobre a vida, a obra e a importância de homens como Isaac Newton, Immanuel Kant, Voltaire e Charles de Montesquieu. Nenhuma mulher é citada nas páginas, embora a historiografia tenha amplo conhecimento de várias pensadoras influentes na época, como Mary Wollstonecraft, Olympe de Gouges e Marie Madeleine Jodin. O mesmo acontece em outros trechos, como o que aborda o cangaço, no nordeste brasileiro. Os autores citam Antônio Silvino e Lampião como “principais cangaceiros”, mas não há menção a Maria Bonita e Dadá, que também protagonizaram aquele evento histórico. MAIS
Boitempo libera curso completo sobre “O capital”, de Marx, no YouTube
Para marcar a publicação do aguardado Livro III de O capital, de Karl Marx, a Boitempo organizou uma edição especial de seu tradicional Curso Livre Marx-Engels dedicada inteiramente à obra-prima de crítica da economia política de Marx. O curso completo está agora disponível integralmente no canal da Boitempo no YouTube, a TV Boitempo!
Coordenado pelo economista Marcelo Dias Carcanholo, o curso é dividido em quatro módulos, ministrados por alguns dos maiores estudiosos da obra marxiana no Brasil: Eleutério Prado, Leda Paulani e Jorge Grespan, além do próprio Carcanholo. Assista ao curso completo abaixo, e não deixe de se inscrever na TV Boitempo para acompanhar outros cursos deste tipo em primeira mão (o próximo curso começa na sexta-feira, dia 1º de outubro, será ministrado pelo psicanalista Christian Dunker e fará ao longo de sete aulas semanais uma leitura comentada de sua obra Mal-estar, sofrimento e sintoma: uma psicopatologia do Brasil entre muros, vencedora do último prêmio Jabuti)!
27 de dezembro de 2017
Minha Vida - Leon Trotski
"Dizem que a infância é a época mais feliz da vida. Será sempre assim? Não. São poucos aqueles cuja infância é feliz. A idealização da infância tem sua origem na antiga literatura dos privilegiados. Uma infância provida de tudo, ensolarada, vivida em família aristocrática, rica e instruída, cheia de carinhos e de brincadeiras, fica na memória como uma clareira inundada de sol no inicio do caminho da vida. Os grandes senhores da literatura idealizaram esta ideia de infância penetrada de espírito aristocrático. A imensa maioria das pessoas, ao olharem para trás, vislumbram, ao contrário, uma infância sombria, mal nutrida, servil. A vida golpeia os fracos, e que será mais fraco do que as crianças?"
15 de dezembro de 2017
3 de dezembro de 2017
A palavra 'moreno' surgiu como uma séria ofensa
"Moreno" vem de "mouro" - nome que os espanhóis e outros europeus davam aos habitantes de todo o norte da África, excluindo o Egito. Reinos islâmicos desses povos dominaram a Península Ibérica entre os séculos 8 e 15, de forma que mouros eram uma visão bastante comum em Portugal e na Espanha medievais.
Os habitantes da região eram de ao menos três perfis étnicos: berberes, árabes e negros, ou qualquer mistura entre eles. O nome "mouro", por sua vez, vem de Mauritânia, que era como os antigos romanos e gregos chamavam a região que estava entre a Argélia e o Marrocos, por causa de uma extinta tribo berbere chamada Mauri. Daí deriva também o nome do país atual, que fica ao sul do lugar que os romanos chamavam Mauritânia - e também o nome Mauro, para quem nascia na região. MAIS
"Mouros do Reino de Granada, passeando pelo campo com mulher e criança", por Christoph Weiditz, 1529
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