19 de julho de 2012

LIVRO DIDÁTICO DE HISTÓRIA

História do Brasil
 e a doutrinação ideológica nos livros didáticos


História do Brasil e a doutrinação ideológica nos livros didáticos (1)

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História do Brasil e a doutrinação ideológica nos livros didáticos (2)

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História do Brasil e a doutrinação ideológica nos livros didáticos (3)
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www.portalfuturum.com.br



PROFESSOR VALE A PENA LER O TEXTO SOBRE A GUERRA DAS NARRATIVAS NO ENSINO DE HISTÓRIA

I M P E R D Í V E L 



Em quase todas as partes do mundo, os programas escolares exigem que o ensino da história desenvolva nos alunos a autonomia intelectual e o pensamento crítico. Há muito tempo não se vê mais a missão de incutir nas consciências uma narrativa única glorificando a nação ou a comunidade.  (Fonte: www.scielo.br)




envolverde.com.br


Para reflexão: 


O Livro Didático contribui para o desenvolvimento da autonomia de pensamento, o raciocínio crítico e a capacidade de argumentar do aluno. 






Livros didáticos ontem e hoje

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"Será que tudo que é didático foi escrito pensando só para escola."(Márcia Feldman)



OS LIVROS DIDÁTICOS E A LEGISLAÇÃO PRÓ-ENSINO DE HISTÓRIA DA ÁFRICA



“É necessário ‘saber muito de quase tudo’. O professor tem que [...] conhecer os conteúdos conceituais, atitudinais e procedimentais”. Recomendação válida, pois se meu trabalho docente apoiar-se apenas no material didático incompleto que analisei estará fadado a ser incompleto também. É necessário um esforço para atingir o ideal daquilo que o professor Ramos (2008) chama “professor inesquecível”: alguém que saiba ter serenidade para se esvaziar e sensibilidade para aprender. Caso contrário nosso trabalho docente vai ser sempre ilusório, perpetuando o ditado popular: você finge que ensina e eu finjo que aprendo. Mas isso é assunto para outro artigo.

13 de julho de 2012

Vídeos de História


Vídeos Curso de Formação Específica do Concurso Público para Professor Educação Básica II 





Aqui você vai encontrar diversos vídeos, divididos em módulos, que têm a História como tema principal. Eles ainda oferecem dicas de como trabalhar o assunto em sala de aula.






A Hora do Café e Ideias para a Sala de Aula

O Uso do Documento na Sala de Aula

O Cotidiano Como Tema de Aula

A História Através das Ruas de São Paulo

O Direito à Memória e à Verdade - A Busca Pelos Desaparecidos na Guerrilha do Araguaia

Peter Burke e a Memória Histórica

A Escolha das Palavras Certas

A História de Santo Amaro: O Município que Virou um Bairro

Imagens de São Paulo Antiga

Darcy Ribeiro e a Origem do Povo Brasileiro

O Brasil de Gilberto Freyre

O que É Ser Brasileiro?

Exercício da Cidadania

Quilombo Cangume

Meio Ambiente e História

Tanta Música, Tanta Alegria

Cidadania no Brasil - O Longo Caminho

Direitos Humanos Também para as Crianças

O Caminho da Conquista

Palavra Cantada

Trabalho Infantil

Uma Aula de Cidadania

História e Memória

Memória do Breve Século XX

Novas Tecnologias





7 de julho de 2012

Revolução de 32 - O outro lado do espelho


Alguns dos mais famosos ícones da Revolução de 32 são justamente os cartazes de propaganda.





 Usados para conseguir apoio da população paulista, os cartazes criados em 1932 trazem mensagens fortes e diretas.





 


















Imagens são ferramentas à espera que o historiador faça perguntas às quais pode, ou não, responder:


  • Quem fez? 
  • Quando fez? 
  • Com que intenção fez? 
  • Para quem fez? 
  • Qual o contexto de sua elaboração? 
  • Que elementos a imagem pode trazer para entender determinado contexto histórico? 
  • Existe uma ação principal? 




(avançando até a página 17 da revista, você encontra o artigo de André Toral)

O trabalho aborda a história do Movimento Constitucionalista de 1932 por meio das imagens produzidas durante o período, boa parte delas propaganda destinadas a mobilizar o “povo paulista”, num contexto político marcado pela crise dos modelos liberais, o surgimento de regimes autoritários e a institucionalização da propaganda como mecanismo de controle social. 


Para reflexão ...



“É sempre bom deixar claro que os documentos visuais não falam por si, como se a imagem não admitisse contestações ou então, pelo contrário, como se sua subjetividade inerente impossibilitasse sua utilização. ”(O Lado Opaco do Espelho, pg. 17) 

O material fotográfico e os desenhos da chamada “Revolução” dão uma idéia equivocada do Movimento de 32. (O Lado Opaco do Espelho, pg. 21) 


As imagens de 32 são, na verdade, uma construção histórica produzida na época pelos dirigentes do Movimento Constitucionalista. Seu caráter parcial mostra o desejo de estender à totalidade da população do Estado um projeto político que, na verdade, se limitava a apenas alguns setores da população. (O Lado Opaco do Espelho, pg. 22) 


O espelho reflete a imagem apenas porque seu fundo é opaco. É preciso, no caso de 32, que olhemos o outro lado do espelho. (O Lado Opaco do Espelho, pg. 22) 




O PODER DA PROPAGANDA



Divisão política marca a Mogi de 1932
Acervo cartografico da Biblioteca Nacional


Um mogiano na Revolução de 32




Veja também:



Divulgando blogs das escolas (5)

Professora Rita de Cássia e a exposição "Egito Antigo"
(Tácito Zanchetta)
Foto: tacito2011.blogspot.com

Redes Sociais nas escolas: proibir ou liberar?
(Justino Marcondes)
Foto: You Tube




5 de julho de 2012

CURTA METRAGEM

Alunos de escola estadual vencem concurso cultural

Eles foram premiados com o curta-metragem "Você tem Opção", sobre prevenção ao uso de álcool entre crianças e adolescentes





                                       Curta: Pajerama 

Curta de animação de Leonardo Cadaval que traz um olhar sobre a verdadeira selva que vivemos através dos grandes processos de urbanização que passa as cidades, e tudo isso através do olhar do passado representado por um jovem índio.

Informações Técnicas 

Indicação: PCNP Leila


CURRÍCULO GLOBAL




ESCOLAS PARTICIPANTES 


No dia 16 de junho de 2012, o diretor Arnaldo Gonçalves Teixeira e a equipe escolar da EE Luiza Hidaka participaram de um evento relacionado com o projeto Currículo Global para sustentabilidade. O encontro foi realizado na EE Júlia Pantoja, das 8 às 17 horas. 
A programação contou com palestras e oficinas temáticas, no final houve a entrega do prêmio CECIP.
A escola Luiza Hidaka foi representada pelas professoras Sueli Nonato (História), Sueli Noriko (Matemática), Ana Paula Balan* (Ciências) e pelos alunos Henry Keiti Otu, Leticia Aparecida Fernandes, Giovana de Lima Santos e Katia Ayumi. 
Parabéns a equipe pelo trabalho apresentado no projeto Currículo Global para sustentabilidade.
* participou do projeto.





FOTOS DO EVENTO


Equipe na hora da saída


Equipe arrumando sala para Oficina 


Palesta com José Pacheco, da Escola da Ponte


Palesta com José Pacheco, da Escola da Ponte



Exposição dos trabalhos 


Henry Keiti apresentando trabalho da escola


Professora Sueli Nonato e alunas


Participação dos estagiários da escola 


Profª Sueli Nonato apresentando trabalho de História 


Profª Sueli Noriko apresentando trabalho de Matemática 



Professor Gabriel (História) 


Premiação 


Premiação 


Os responsáveis assinaram o Termo de Uso de Imagem dos alunos.








Mensagem da Coordenadora do Projeto para as escolas participantes
 (Agosto 2012)


Dr Trish Sandbach , do Centro de Educação Global de Leeds- Reino Unido , está lendo o material brasileiro em Inglês e comentou sobre o quanto está apreciando os textos produzidos por professores do Colegio Bandeirantes, EMEF Guilherme de Almeida, EE Julia Pantoja, EE Luiza Hidaka , Escolas Teia e Politeia ( Uma Ferramenta de cada escola já está em mãos dos coordenadores estrangeiros. Estamos agora enviando a segunda leva de Ferramentas. As demais serão publicadas apenas no Manual do Currículo Global Brasileiro.) 
Vejam notícia sobre o projeto Currículo Global e as escolas brasileiras, publicada pela jornalista Mariana Fonseca na prestigiosa Revista Eletrônica PORVIR:  



3 de julho de 2012

Divulgando blog da escola (4) - Benedita Marcolongo

Atendendo uma solicitação do professor Joab Fernandes, estamos divulgando o blog da escola 

Benedita de Campos Marcolongo 

Para acessar o blog, clique na imagem abaixo

MOSTRA MÚLTIPLOS BRASIS

De 2 a 8 de julho, o Itaú Cultural, o Cine Olido, o Cinusp e a Matilha Cultural recebem a mostra Múltiplos Brasis, na qual serão exibidos filmes que tratam de questões atuais da antropologia. A ideia central do evento é colocar o grande público em contato com temas que preocupam tanto cineastas quanto antropólogos, sendo que estes últimos produziram alguns dos filmes selecionados para exibição. 

Dividida em cinco eixos temáticos – Cidades, Personagens, Fronteiras, Performance e Outros Brasis –, a curadora Paula Morgado explica que “nesta mostra estão em foco o cotidiano e as experiências que se revelam nas cidades, nos personagens, nas manifestações culturais, no ato performático de si e dos outros, cruzando fronteiras e produzindo um Brasil que vibra e é múltiplo”.
Fonte: Itau Cultural

itaucultural.org.br

2 de julho de 2012

I ENCONTRO DE LEITURA E ESCRITA

I ENCONTRO DE LEITURA E ESCRITA 
NO CONTEXTO HISTÓRICO









A Obra 
myspace.com



O Autor
museumpublicity.com



Antes de relacionar alguns dos conceitos estruturadores da disciplina, é importante mencionar a historicidade desses conceitos, entendidos como instrumentos ou, usando uma imagem, como “lentes” através das quais estudamos e nos posicionamos em relação ao passado e ao presente.” 

Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio: Ciências Humanas e suas Tecnologias, História, 2000, p. 69.


Conforme Carlo Ginzburg, a narrativa histórica se diferencia da narrativa literária, pois enquanto o romancista imagina seus acontecimentos e personagens, o historiador baseia-se em provas, isto é, em vestígios do passado que não podem ser forjados pelo historiador.
Historiador e antropólogo italiano (1939)




A Obra 
pbs.org

O Autor
pt.wikipedia.org



"Quaisquer que sejam os conteúdos das imagens devemos considerá-las sempre como fontes históricas de abrangência multidisciplinar, decisivas para seu emprego nas diferentes vertentes de investigação histórica."
(Boris Kossoy) 

"O que faz com que uma coisa seja autêntica é tudo o que ela contém de originariamente transmissível, desde sua duração material até seu poder de testemunho histórico. Como esse testemunho repousa sobre essa duração, no caso da reprodução, em que o primeiro elemento escapa aos homens, o segundo - o testemunho histórico da coisa - encontra-se igualmente abalado. Não em dose maior, por certo, mas o que é assim abalado é a própria autoria da coisa."
 (Walter Benjamin)




Fotos do Evento







Para Jörn Rüsen (2001, p.155), a narrativa pode ser histórica e não histórica. A“especificidade da narrativa histórica está em que os acontecimentos articulados narrativamente são considerados como tendo ocorrido realmente no passado”.

Historiador e filósofo alemão (1939)


Segundo Roger Chartier, a produção do conhecimento histórico se dá por meio da análise de dados, da formulação de hipóteses, da crítica e verificação de resultados e articulação entre o discurso do historiador e seu objeto de pesquisa. Assim, afirma “mesmo que escreva de uma forma literária, o historiador não faz literatura, e isso pelo fato de sua dupla dependência. Dependência em relação ao arquivo, portanto em relação ao passado do qual ele é vestígio”(CHARTIER, 1994, p. 110)                                                                   

Historiador francês (1945)



Referências bibliográficas 


BITTENCOURT, Circe M. F. Ensino de história: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004. 

BORGES, Maria E. L. História e fotografia. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. 

BRASIL. Ministério da educação e Cultura. Secretaria do Ensino Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio: Ciências Humanas e suas Tecnologias, História. Brasília: MEC, 2000. 

BURKE, Peter. Testemunha Ocular: história e imagem. Bauru, SP: EDUSC, 2003. 

KOSSOY, Boris. Fotografia e história. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001. 

LE GOFF, Jacques. História e Memória. São Paulo: Editora da Unicamp, 2003. 

30 de junho de 2012

FESTA DA CEREJEIRA





O tema de 2012 é em homenagem ao Dia Nacional do Tanabata Matsuri. No Japão, todo dia 7 de julho é comemorado o Festival das Estrelas. A lenda japonesa diz que as pessoas devem fazer pedidos em papéis e colocar tudo no bambu. 



23 de junho de 2012

O ÓDIO NO BRASIL




                 
                 O Ódio no Brasil – Leandro Karnal
O que na história e no cotidiano do Brasil nos leva ao ódio e à violência? É possível sempre "amar o povo" (entendido como multidão), mesmo sendo invasivo, grosseiro, violento em suas manifestações históricas? Índio, negro e europeu: a "alma brasileira" detesta a si mesma? Apenas a fome leva o homem ao gosto do mal? (Fonte:cpflcultura)

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