14 de fevereiro de 2013

Divulgando 19 - CURSO BÁSICO DE ANEMIA FALCIFORME (2)


Para profissionais da saúde, educadores, lideranças sociais e comunidades

No dia 23 de fevereiro, em Ferraz de Vasconcelos,  haverá   um curso de formação básica em Anemia Falciforme, o mesmo será ministrado pela Diretora Técnica da Associação de Anemia Falciforme do Estado de São Paulo, Berenice Kikuchi. 


Histórico

A alteração genética que determina a doença Anemia Falciforme é decorrente de uma mutação dos genes ocorrida há milhares de anos, predominantemente, no continente africano onde houve três mutações independentes, atingindo os povos do grupo linguístico Bantu e os grupos étnicos Benin e Senegal (SERJEANT, 1998).
  
Programação

8:00 as 12:00 

Aspectos históricos 
  • Movimento geopolítico no continente africano e os efeitos desagregadores do colonialismo nos diferentes grupos étnicos africanos;
  • Desenraisamento e Inserção desigual dos africanos no Brasil;
  • Possíveis identidades étnicas da população negra no Brasil pautado no gene que determina a doença falciforme (gene HbS). 


13:00 as 17:00

Anemia falciforme aspectos biológicos e interações Socioeducativas no cuidar multiprofissional
  • Principais eventos clínicos;
  • O profissional de saúde  e educação no Universo psicossocial dos familiares e pessoas com  anemia falciforme;
  • Educando para a autonomia.

Docente: Profª enf. Berenice Kikuchi



Certificado mediante 100% de frequência



O que é anemia falciforme?

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2 de fevereiro de 2013

CINE HISTÓRIA 5 - TOTALITARISMO






Unidos pela ironia, ‘O grande ditador’ e ‘A vida é bela’ retratam aspectos distintos do nazismo e mostram como é delicada a intenção de se fazer humor com a tragédia e o horror.

Brilhante discurso de Charlie Chaplin - O Grande Ditador(1940)

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Líder de grupo neonazista é preso por assassinato. A suástica marcada em seu peito tem pouco a ver com o falecido governo fascista: é usada como instrumento de identificação com a imposição da ordem pela violência


Trailer: A Outra História Americana

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O filme alemão A Onda mostra como um experimento de classe constituiu uma verdadeira ditadura fascista e discute o quão longe o regime de Hitler realmente está dos nossos dias.


A Onda - Trailer Oficial (Legendado)

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Em 'M, o vampiro de Dusseldorf', Fritz Lang consegue fazer um retrato de uma Alemanha que se encaminhava para o totalitarismo.


M, o Vampiro de Dusseldorf (1931) - Trailer

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Concebido para ser um documentário, ‘O triunfo da vontade’ passou a ser visto como propaganda nazista no pós-guerra. A diretora do filme tentou até o fim da vida se dissociar da imagem negativa cultivada em torno dele


Triunfo da Vontade Trailer

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O USO DIDÁTICO DOS DOCUMENTOS


O uso de documentos nas aulas de história justifica-se pelas contribuições que pode oferecer para o desenvolvimento do pensamento histórico. Uma delas é facilitar a compreensão do processo de produção do conhecimento histórico pelo entendimento de que os vestígios do passado se encontram em diferentes lugares, fazem parte da memória social e precisam ser preservados.

Outra exigência para se uso é o cuidado para com as diferentes linguagens. São muito variadas quanto à origem e precisam ser analisados de acordo com suas características de linguagem e especificidades de comunicação. Como recursos didáticos, distinguem-se três tipos: escritos, materiais (objetos de arte ou do cotidiano, construções...) e visuais/audiovisuais (imagens fixas ou em movimento, gráficas ou musicais).

De modo geral ao analisar um documento devem-se articular os métodos do historiador com os pedagógicos. 

Fonte: O uso didático dos documentos. Circe Maria F. Bittencourt 



Veja também:


1 de fevereiro de 2013

POLÍTICA DE BRANQUEAMENTO






"Navio de emigrantes", de Lasar Segall (1939/41), pintura a óleo com areia sobre tela.

© ACERVO DO MUSEU LASAR SEGALL – IBRAM / MINC





Quando, em 1995, o Arquivo Histórico do Itamaraty foi aberto ao público, parte da documentação revelou que a instituição havia participado da política racista e discriminatória de estrangeiros do Estado Novo, colocando o passado do Ministério das Relações Exteriores na incômoda posição de “porteiro do Brasil”. Uma nova pesquisa, Imigrante ideal (Civilização Brasileira), do historiador Fábio Koifman, da Universidade Federal Rural Fluminense (UFRF), isenta o Itamaraty de toda a responsabilidade por essa política restritiva. “É um equívoco historiográfico, já que se ignora que, entre 1941 e 1945, o Serviço de Visto estava alocado no Ministério da Justiça, o real responsável pela palavra final da aceitação ou não de estrangeiros”, diz Koifman. Esse foi o único momento na história da República que a atribuição não esteve no âmbito do Itamaraty. LEIA MAIS 








Qual o nome dessas personalidades africanas ?


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Geoffrey Oryema - Terra de Anaka
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25 de janeiro de 2013

PLANEJAMENTO DE HISTÓRIA 2013


DOCUMENTO 1




Com o intuito de auxiliá-lo em seu trabalho no início do ano letivo de 2013, apresentam-se algumas sugestões tendo como referência o Currículo Oficial, que prevê conteúdos, habilidades e competências a serem desenvolvidas durante todo o período e os materiais de apoio ao currículo.

Os primeiros dias de aula são momentos importantes para desenvolver atividades que retomem e/ou forneçam elementos para um diagnóstico que, acrescido de sua experiência, pode apontar para as necessidades das turmas/salas que se desenharam no ano anterior. Entre as estratégias possíveis para desenvolver esse trabalho sugere-se aulas dialogadas e troca de experiências.
Fonte: Orientações para os primeiros dias letivos 2013, pg. 47 e 48



Para ler o documento com orientações referente à disciplina de História, acesse link abaixo



Veja orientações para planejamento escolar e volta às aulas

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DOCUMENTO 2

ORIENTAÇÕES PARA O PLANEJAMENTO ESCOLAR 2013

HISTÓRIA 

Este texto pretende apontar algumas possibilidades para apoiá-lo(a) no momento de planejar o ano letivo de 2013. A partir delas você deverá olhar para a realidade específica de sua escola, dos anos/séries em que lecionará e a especificidade de cada turma.

O planejamento articula objetivos, propostas, conhecimentos, vontades e desejos. Quando é feito planejamento, o intuito é sistematizar um trabalho que garanta aos alunos o domínio de tudo o que está previsto no currículo. Sendo esta nossa finalidade maior, sabe-se, entretanto, que transformar o plano em prática é uma tarefa de muitos desafios.

Para  a construção de um plano de ensino realizável, é fundamental, antes de tudo, desenvolver um bom diagnóstico da aprendizagem dos alunos e a necessária adequação do currículo.

A SEE entende que o planejamento não é apenas uma atividade burocrática realizada para atender às solicitações da administração escolar, mas o princípio a partir do qual se desenvolve a prática pedagógica. Portanto, não se esgota neste momento inicial, mas  se estende por todo ano letivo.

Nosso trabalho parte da consideração de que o currículo é um conceito que apresenta três manifestações que se complementam, “distinguindo-se o currículo formal (ou pré-ativo ou normativo), criado pelo poder estatal, o currículo real (ou interativo), correspondente ao que efetivamente é realizado na sala de aula por professores e alunos, e o currículo oculto, constituído por ações que impõem normas e comportamentos vividos nas escolas, mas sem registros oficiais” (BITTENCOURT, 2004, p. 104).

Reflexões sobre as adequações do currículo para 2013:

Os conteúdos são meios que amparam professores e alunos no processo de desenvolvimento de capacidades, compreensão de conceitos e organização dos fenômenos sociais situando-os historicamente. De acordo com Bezerra (2005, p.38-9), “a necessária seleção de conteúdo faz parte de um conjunto formado pela preocupação com o saber escolar, com as capacidades e com as habilidades, e não pode ser trabalhada independentemente”. Assim, quando pensamentos em organizar o planejamento de História para os anos finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio,  foi feita uma seleção de conceitos, conteúdos, habilidades e competências consideradas imprescindíveis para a formação dos alunos.

Parte dessa seleção está indicada no currículo formal e consagrada em materiais didáticos de diversa natureza. No entanto, o currículo não se limita ao currículo formal, por isso um dos dados que você deve levantar junto aos documentos escolares (planos de ensino, diários de classe, avaliação final do ano letivo) é o que, efetivamente, os alunos estudaram no ano/série anterior, isto é, o currículo real. O currículo formal prevê uma série de conteúdos, habilidades e competências, mas nossa experiência aponta para o fato de que a execução não ocorre de forma homogênea em todas as escolas, anos, turmas.

É importante que você, professor(a), tenha clareza das habilidades e competências que pretende priorizar em cada atividade proposta. Cabe lembrar, que essas são desenvolvidas e mobilizadas no desenvolvimento dos temas e conteúdos propostos no currículo e não são exclusivas de uma ou outra situação de aprendizagem contidas nos Cadernos do Professor e do Aluno; elas não são pontuais, mas permeiam todas as séries/anos. Dessa forma, o diagnóstico inicial não deve priorizar se os alunos sabem conteúdos, mas se identificam diferentes fontes e sua importância para a construção da História, produzem textos articulando os conceitos, dominam as diversas linguagens e leituras.

Além dos temas, conteúdos, habilidades e competências, ao longo da escolarização dos alunos, os conceito essenciais da formação histórica devem ser evidenciados: processo histórico, tempo e temporalidades históricas, sujeito histórico, cultura, historicidade e cidadania.




TEMAS TRANSVERSAIS 
  • Educação em Direitos Humanos - página 99 
  • Educação das Relações Étnico-Raciais - página 106 

Direitos humanos na escola - Francisco Cordão

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Relações étnico-raciais e educação: Petronilha Silva at TEDxUFF

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19 de janeiro de 2013

Divulgando 18 - Concurso de Redações e Ensaios


Concurso de redações e ensaios, sobre a história e/ou a vida de mulheres negras na construção do Brasil. Leia mais


Categoria 1 - “REDAÇÃO”:

R$ 5 (cinco) mil reais, para cada uma das cinco (5) candidatas selecionadas.

Categoria 2 – “ENSAIO”:

R$ 10 (dez) mil reais para cada uma das cinco (5) candidatas selecionadas.


Fonte: www.spm.org.br

Chamada Pública 
www.spm.org.br



18 de janeiro de 2013

Divulgando 17 - Mostra sobre Revolução de 32



Centro de Memória da Secretaria da Educação exibe mostra sobre a Revolução de 32

Até o fim deste mês está em cartaz no Centro de Memória e Acervo Histórico, mantido pela Secretaria da Educação, a mostra “1932: 80 anos da Revolução”, que conta com cartazes, objetos e até armamento doados ao museu pedagógico da antiga Escola Caetano de Campos por ex-alunos ou parentes de ex-combatentes. LEIA MAIS


Fonte: www.educacao.sp.gov.br




panoramabrasil.com.br


15 de janeiro de 2013

PARÓDIAS NAS AULAS DE HISTÓRIA




PARÓDIAS MUSICAIS COMO PROCESSO DE 

APRENDIZAGEM DA HISTÓRIA




Foto: www.youtube.com



O projeto foi pensado como uma proposta para aprendizagem da História, o objetivo era utilizar uma música já existente, compondo um nova letra para essa música referente aos conteúdos de História. 

Ao desenvolver a composição das letras de sua paródia musical, os alunos (6º e 7º ano) entraram em contato com a pesquisa histórica e com a aplicação desse conhecimento na criação da letra da música, ou seja, os alunos desenvolveram as habilidades não só da disciplina de História, mas também aquelas de caráter mais global, como a leitura e a escrita, e tiveram oportunidade de estudar História utilizando outras linguagens, como a Música. 



Prof. Joab Fernandes

EE Benedita de Campos Marcolongo





Paródia de História - Islamismo

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Paródia de História - Império Romano

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Paródia de História - Jogos Olímpicos

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Acesse o link abaixo e veja mais vídeos com paródias dos alunos do professor Joab Fernandes




(...) Os professores sabem que ensinar História, a começar pela necessidade de torná-la atraente para os estudantes, não é missão das mais fáceis, pois requer energia e – por que não dizer? – amor. Energia, aqui, não se confunde com autoritarismo, mas, sim, disposição para resistir às práticas monótonas e repetitivas que substituíram as antigas ladainhas entoadas pelos sacerdotes, do sempre lembrado ensino tradicional, por um igualmente prejudicial alheamento assentado na crença de que é possível levar a aprender sem o compromisso maior de ensinar e orientar. Quanto ao amor, em vez de um sentimento estranho às teorias pedagógicas, trata-se de uma postura indispensável à manutenção da dignidade do professor, já que para motivar os alunos é preciso gostar de ensinar, independentemente da disciplina considerada.




Parabéns ao professor Joab Fernandes e aos alunos 



Acesse a página do professor Joab Fernandes no Café História
clicando na figura abaixo


cafehistoria.ning.com





Veja também:

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