21 de janeiro de 2015

O ENSINO DE HISTÓRIA NA ATUALIDADE



“(...)é possível que a narrativa histórica não tenha mais tanto poder, que a família, o meio ao qual se pertence, circunstancias marcantes no ambiente em que se vive, mas sobretudo os meios de comunicação, tenham muito mais influência.” (Christian Laville).


O objetivo do ensino da história na atualidade, segundo Christian Laville, é “tornar os jovens capazes de participar democraticamente da sociedade e desenvolver neles as capacidades intelectuais e afetivas necessárias para tal”. 

Para tanto privilegia-se menos conteúdo e a pedagogia da história passa a ser centrada nas aprendizagens dos alunos, e, para provocar o sentimento de pertencer, de ser o protagonista da sua história, trabalhamos com a história do cotidiano, as memórias do bairro, da escola, da cidade. Para autonomia e criticidade ensina-se a prática democrática por meio dos Grêmios Estudantis, movimentos sociais, entre outros.  (Aparecida Abud Groh)




NOVAS PERSPECTIVAS

Sugestão: História das Imagens, pg. 243







Sugestão: Longe da escola, na escola: Vozes da Universidade e da Indústria Cultural. pg. 111











Sugestão: Linguagens e História e Linguagens: desafio para o historiador? pg. 19 e 21







Sugestão:  Ciência e Tecnologia, pg. 153















Obs: Na escola (Acervo do Professor) você encontra livros que foram indicados aqui.



19 de janeiro de 2015

Um defeito de cor


"Para liquidar os povos, começa-se por lhes tirar a memória. destroem-se seus livros, sua cultura, sua história. E uma outra pessoa lhes escreve outros livros, lhes dá outra cultura e lhes inventa uma outra História." (Milan Kundera. O Livro do Riso e do Esquecimento, 1978)


A pós-modernidade traz a discussão sobre os sujeitos multifacetados que vivem entre os lugares, se veem a partir de quem são e, ao mesmo tempo, do que esperam que sejam. De acordo com Stuart Hall (2003), vivemos numa época em que a combinação entre o que é semelhante e o que é diferente coloca em voga a cultura afro-descendente (ou a negação dela) disseminada a partir da diáspora africana. O resultado de tais deslocamentos é a evidência dessas várias faces, do sujeito entrecortado pelas culturas e pelas identidades que perpassam por quem ele é, de onde ele vem e como - ou se - ele é visto. O que leva o sujeito a pertencer a lugar nenhum? Como se constroem e desconstroem os espaços e os 
discursos na medida em que se muda e se estranha e se é “estranhado” por novas línguas, novas culturas? É a partir dessa discussão que se percebe a importância de Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves.

O romance, publicado em 2006, é fruto de longa pesquisa acerca da sociedade brasileira escravista do século XIX. A recepção crítica da obra foi muito positiva. No ano seguinte, o livro ganhou o prêmio Casa de las Américas, em Cuba, categoria literatura brasileira. Para Millôr Fernandes, a obra está entre as melhores lidas por ele “em nossa bela língua eslava”. Antônio Risério, em um artigo publicado no Portal Terra, diz que Ana Maria Gonçalves inventou um romance que ele gostaria de ter inventado. Para o poeta e crítico “ninguém escreve o que ela escreveu sem uma dedicação imensa. Sem estudo. E é um livro raro na paisagem lítero-cultural brasileira”. E acrescenta: “ela consegue criar personagens que nos convencem. Que são reais, apesar de todas as idealizações.” LEIA MAIS.










13 de janeiro de 2015

LIBERDADE DE EXPRESSÃO


"Imagens e caricaturas têm uma estreita e duradora relação com o colonialismo, a escravidão e o preconceito em todo o mundo atlântico."
Stuart Hall



Podemos condenar a violência contra Charlie Hebdo?

Devemos tolerar o racismo muitas vezes reproduzidos por seus cartunistas?

O que é liberdade de expressão?

Qual o limite entre liberdade de expressão e preconceito?



















31 de dezembro de 2014

FELIZ 2015



Para todos que passam por aqui,  um ....


avaliadordearte blogspot com




26 de dezembro de 2014

Progressão Continuada


Professores debatendo Progressão Continuada, no Grupo de Ciências Humanas. 



"A progressão foi instituída, se não me engano, em 1997. Ainda falamos nela, como se tivesse sido há meses."(Marluce Nascimento)

"É uma questão de paradigmas; enquanto não se rompe com um, não se enxerga o outro e isso exige mais que tempo, exige consciência ou disponibilidade para tal." (Eva Rocha)

"Concordo com o Prof. Fernando, Progressão Continuada não é aprovação automática. Mas tal qual acontece nas Escolas Estaduais de São Paulo é Progressão? Tenho dificuldades em aceitar tal veredito e incluo minhas responsabilidades."(Antonio Inacio Oliveira Paulo)

"Concordo com o Antônio principalmente quando ele cita responsabilidade, será que estamos assumindo nossas responsabilidades." (Ana Caló)

Antonio Inacio Oliveira Paulo e Ana Caló ___ Meus queridíssimos amigos!... O termo "profissionalismo" existe graças a pessoas iguais a vocês... Abençoados sejam! (Yuri Riskalah)






A Secretaria de Estado da Educação de São Paulo (SEE) promoveu o Fórum de Debates "Progressão Continuada: Compromisso com a Aprendizagem", por intermédio da Diretoria de Projetos Especiais da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), com o apoio das Coordenadorias (CENP, CEI e COGSP), em junho de 2002. 

O encontro desses educadores proporcionou um momento especial para a reflexão e discussão sobre a Progressão Continuada, que contou com a participação de representantes das Diretorias de Ensino, membros do Conselho Estadual da Educação, representantes das Entidades de Classe, docentes de Universidades/Faculdades de Educação, integrantes de Conselhos de Escola e de Associações de Pais e Mestres, entre outros.

Esta seção traz o material que subsidiou o evento. São Artigos, Entrevistas, Apresentações, Síntese Avaliativa e Referência Bibliográfica.

O vídeo do evento encontra-se no C R E e pode ser retirado para consulta.








A Experiência dos ciclos na França - Os ciclos na escola primária: impactos de uma política educacional - Institut National de La Recherche Pédagodique / centre de Recherche em Éducationa Spécialisée et Adaptation Scolaire 

Histórico - Trajetória e desafios dos ciclos escolares no País - Elba Siqueira de Sá Barreto e Eleny Mitrulis 






Prof. Gabriel Chalita

Prof. Dr. Mario Sergio Cortella
Professor da PUC 

Profª. Drª. Elba Siqueira de Sá Barreto
Professora da PUC 

Vera Lúcia Wey
Texto de Encerramento do Fórum de Debates 



APEOESP - Sindicato dos Professores de Ensino Oficial do Estado de São Paulo 


A Progressão Continuada e o sistema de ciclos: mais uma reforma escolar - UDEMO - Sindicato de Especialistas de Educação do Magistério Oficial do Estado de São Paulo 

A Progressão Continuada: um (im)pacto - APASE - Sindicato de Supervisores do Magistério do Estado de São Paulo 



Professora da PUC 

Professora da PUC 

Membro do Conselho Estadual de Educação 






Discutindo a progressão continuada, entrevista com Prof. Gabriel Chalita 



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 


MARCOS LEGAIS 


Institui, no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo, o regime de progressão continuada no ensino fundamental


Regime de progressão continuada 


Avaliação e Progressão Continuada



g1.globo.com 




25 de dezembro de 2014

As Revolucionárias



Todo o mundo conhece homens revolucionários como Che Guevara, mas a história geralmente tende  a polir as contribuições de mulheres revolucionárias que sacrificaram seu tempo e suas vidas na luta contra sistemas e ideologias burguesas. Apesar dos falsos conceitos a respeito, existiriam milhares de mulheres que participaram em revoluções ao longo da História, com muitas delas exercendo papéis cruciais. Elas podem vir de diferentes espectros políticos, algumas armadas com rifles e outras armadas com nada além da caneta, mas todas lutaram muito por algo em que acreditavam.

Clique na figura abaixo e veja 10 exemplos dessas mulheres revolucionárias de todas as partes do mundo, que provavelmente nunca serão estampadas em uma camiseta.


Blanca Canales foi uma nacionalista porto-riquenha


Fonte: http://www.revistaforum.com.br/blog/2014/09/mulheres-revolucionarias/





24 de dezembro de 2014

FELIZ NATAL 2014




   DEUS ENCAIXADO

Tentaram encaixar Deus em uma caixa chamada instituição...estabeleceram códigos, normas de conduta para quem quisesse fazer parte dessa caixa (instituição).

Mas " DEUS não habita em templos feitos por mãos humanas "...DEUS só habita em templos feitos por Ele mesmo, Deus só habita em organismos vivos...quem só conhece a Deus dentro da caixa precisa conhece-lo também fora dela.

A "CAIXA" deveria ser só uma conveniência e não uma condição...a caixa preconceitua tudo o que está fora dela, discrimina e catapulta aqueles que não se encaixam para fora dela.

Deus não se condiciona à vontade humana, Deus não se deixa monopolizar, nem a seu evangelho...multidões encaixadas não monopolizam a sua presença...pois, " onde estiverem dois ou três reunidos em seu nome" (nas ruas, praças, esquinas)...Ali Ele está.

Deus não usa terno, e não espera sua visita somente aos domingos...Deus não vive dentro de uma caixa.



Professor Pollycarppus da Silva




11 de dezembro de 2014

PROJETO MEMÓRIA ESCOLAR



Orientação Técnica para os professores de Suzano e Ferraz de Vasconcelos

Dezembro 2014




Orientação Técnica "PROJETO MEMÓRIA ESCOLAR"

A Dirigente Regional de Ensino convoca, nos termos artigo 8º da Res. SEE 58/2011, alterada pela Res. SEE 43, de 12/04/2012, conforme a seguir:

DATA: 10/12/2014

Horário: 08:30 h ÀS 17:30 h
Local: FACULDADE PIAGET - Av. Senador Roberto Simonsen, nº 972 Jardim Imperador – Suzano/SP

Data: 11/12/2014

Horário: 08:30 h ÀS 17:30 h
Local: E.E. PROF. EDIR DO COUTO ROSA – RUA Japão, 68 –Centro - Ferraz de Vasconcelos/SP









Memória Escolar, Educação e Patrimônio




Fotos 
























































Crédito das fotos: Gelson Rocha 







6 de dezembro de 2014

Para acessar Boletim



Para acessar o Boletim 

Seguir as orientações abaixo:

Acessem o site:


Usuário: nº do RA + SP - exemplo: 0001023583587sp
verificar se os três primeiros dígitos do RA são aceitos.

Senha: a senha padrão é a Data de Nascimento - exemplo: 21/03/1998






5 de dezembro de 2014

Currículo+



O QUE É HISTÓRIA ORAL

A história oral é uma metodologia de pesquisa que consiste em realizar entrevistas gravadas com pessoas que podem testemunhar sobre acontecimentos, conjunturas, instituições, modos de vida ou outros aspectos da história contemporânea. Começou a ser utilizada nos anos 1950, após a invenção do gravador, nos Estados Unidos, na Europa e no México, e desde então difundiu-se bastante. Ganhou também cada vez mais adeptos, ampliando-se o intercâmbio entre os que a praticam: historiadores, antropólogos, cientistas políticos, sociólogos, pedagogos, teóricos da literatura, psicólogos e outros. MAIS

Fonte: cpdoc.fgv.br





Fonte: crmariocovas.sp.gov.br



COMUNICADO 





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