26 de março de 2020

Ciências Humanas e BNCC


Categorias da área

As categorias próprias das Ciências Humanas são: tempo e espaço; território e fronteira; indivíduo, natureza, sociedade, cultura e ética; e política e trabalho. Essas categorias permitem diálogos variados com os conhecimentos específicos da área, com um amplo leque de conteúdos e, sobretudo, com a realidade dos estudantes.

A videoaula a seguir apresentará cada uma dessas categorias e como elas se relacionam com a realidade dos estudantes, e o que pretendem em relação a História, Geografia, Sociologia e Filosofia.

Fonte: Curso -  BNCC do Ensino Médio: Ciências Humanas




19 de março de 2020

Cursos sobre a BNCC do Ensino Médio




Consulta Pública: Currículo Paulista do Ensino Médio



https://sed.educacao.sp.gov.br/QuestionarioCurriculo/Index


O Ensino Médio é a etapa final da Educação Básica, direito de todo cidadão brasileiro. Todavia, a realidade do País tem mostrado que essa etapa representa um gargalo na garantia do direito à educação. Pensando nisso, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional foi reformulada com o intuito de direcionar as aprendizagens para atender às expectativas dos estudantes, as demandas da sociedade contemporânea e garantir a equidade. Isso implica em organizar a escola de modo que acolha as especificidades dos estudantes, promovendo o respeito à pessoa humana e aos seus direitos, que garanta aos estudantes serem protagonistas de seu próprio processo de escolarização, que permita-lhes definir seu projeto de vida. Assim, formando-os como sujeitos críticos, autônomos e responsáveis.

Dando continuidade ao Currículo Paulista etapas Educação Infantil e Ensino Fundamental homologado em agosto/2019, apresentamos agora a versão preliminar do currículo etapa Ensino Médio centrado no desenvolvimento de competências e orientado pelo princípio da educação integral.

O documento é composto por um texto introdutório que resgata as diretrizes do Ensino Médio, os textos da formação geral básica que compõe as 1.800 horas, por área do conhecimento e os organizadores curriculares que apresentam as competências, as habilidades, os campos de atuação ou unidades temáticas e os objetos de conhecimento. O documento também contém os textos dos itinerários formativos, que compõem, no mínimo, 1.200 horas, por área do conhecimento e os organizadores curriculares que apresentam os eixos estruturantes, as habilidades específicas e os pressupostos metodológicos.
Sugerimos a leitura prévia da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os estudantes devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica. Apresenta também o modelo diversificado e flexível que o documento deve conter (oferta de diferentes itinerários formativos) e a organização da formação geral básica por área do conhecimento.

Também sugerimos a leitura da Lei Federal 13.415/2017, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.

Você será parte importante nesse processo de construção do currículo dessa etapa da educação básica. Contamos com suas contribuições para o aprimoramento deste documento, por meio de uma leitura crítica e reflexiva dos pressupostos apresentados.
Bom trabalho!




30 de janeiro de 2020

Caderno do Estudante - 1º Bimestre


ESTRATÉGIAS/RECURSOS

Caderno do Estudante - 6º ano


Sala de Aula Invertida



Como criar QR Code


Lapbook


(p. 99)



Jogo Sambaquis 
(p.114)



OBJETO DO CONHECIMENTO


Nos Alpes de Ötztal, entre a Áustria e a Itália, arqueólogos encontraram um fóssil humano congelado, de aproximadamente 5,2 mil anos, que não havia sido sepultado. Foi apelidado de Ötzi. ( p. 102)




Existem diversas teorias sobre a chegada dos humanos ao atual continente americano





A arqueologia brasileira




Caderno do Estudante

 7º ano




Rotação por Estações 
(p. 91)


Mapa Conceitual
(p.12) 




Caderno do Estudante
 9º ano


Stop Motion 
(p. 100)



Podcasts
(p. 79)



O que é podcast? 




 Você sabe o que é um infográfico?
(p. 114)


O que é um infográfico?




2 de dezembro de 2019

Roda Viva - Laurentino Gomes


Autor de Escravidão, primeiro volume de uma trilogia destinada a contribuir com importantes dados e análises para a compreensão desse longo período na história do País, Gomes responderá a questões como:


Quantos milhões de escravos, vindos da África, o Brasil recebeu?

Quanto tempo durou a escravidão?

Qual é a verdadeira história do Quilombo dos Palmares e do herói Zumbi?

Por que a carta de Pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal permaneceu como um documento secreto durante séculos?







24 de novembro de 2019

FÓRUM DE ENSINO DE HISTÓRIA: A HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA


Para se inscrever acesse o formulário de inscrição aqui

Mesa 1: A História na Educação Básica – contribuições para o desenvolvimento do pensamento histórico
Horário: 8h – 10h
Condução: Benito Schmidt
Composição: Circe Bitencourt, Helenice Rocha, Renilson Rosa Ribeiro
Ementa: A mesa tem por objetivo discutir o lugar da História como elemento constitutivo da formação básica, destacando a contribuição que oferece à formação de crianças, adolescentes e adultos inseridos na Educação Básica. A função da história como componente curricular da Educação Básica e sua relação com as demais disciplinas, nesse sentido, são fatores a serem considerados, assim como o tipo a especificidade que a caracteriza no processo de formação oferecido pela Escola.

Mesa 2: História e Ciências Humanas no Ensino Médio – interlocuções possíveis
Horário: 10h – 12h
Condução: Mariana Esteves de Oliveira
Composição: Antonio Simplício de Almeida Neto, Arnaldo Pinto Júnior
Ementa: A mesa tem por objetivo discutir a base curricular para o Ensino Médio proposta pela Base Nacional Comum Curricular e o lugar da História na conformação assumida após a Reforma do Ensino Médio. Diante dos objetivos propostos para o Ensino Médio, após a reforma, e do que encaminha a BNCC, pretende-se discutir como a História participa dos processos de formação e como se articula com os demais componentes curriculares que compõem a área de Ciências Humanas.

Plenária: Lugar da História na Educação Básica/História e Ciências Humanas no Ensino Médio.
Horário: 14h – 17h.
Condução: Tito Barros Leal
Ementa: A plenária tem por objetivo situar algumas questões que venham balizar a atuação da associação, perante os diferentes interlocutores com os quais discute em função da condição da História como componente curricular da Educação Básica. Diante disso, a plenária debaterá as questões apontadas pelas mesas e promoverá um posicionamento da associação diante de algumas questões, a saber: Qual a contribuição da História no processo de formação de crianças, adolescentes e adultos inseridos na Educação Básica? Como a História se articula a outros componentes curriculares, considerando os princípios estabelecidos para Educação Básica – “pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho” – conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional? Como a História se situa no novo arranjo curricular proposto pelo Ensino Médio, após a reforma recentemente concretizada? Como a História se articula aos demais componentes curriculares da área de Ciências Humanas, diante do que propõe a Base Nacional Comum Curricular para o Ensino Médio.

Serão emitidos certificados.




13 de novembro de 2019

LiteRaízes 2019





Dia 20 – Escola de Samba Unidos de Guaianazes, 19h

Dia 22 – Abertura do “LiteRaízes 2019” com a inauguração da Biblioteca Afrobrasileira “Tula Pilar”, com a roda de jongo dos “Candongueiros do Campo Limpo e coquetel afro (19h)

Dia 23 – Roda de Conversa “Poesia Periférica” com o poeta Anásio Silva e o conjunto de poetisas “Auá Cantadoras e sua Gente”e abertura da Exposição “Eus”, do artista e escritor Euflávio Góis (15h)

De 23 à 30 – Exposição “Eus”, no salão da Casa de Cultura Raízes

Dia 24 – Roda de Conversa sobre “Produção Cultural e o espaço da mulher na arte” com Renato Gama, Ligéa Mateo da produtora Sá Menina, Jhony Uriel e Euflávio Góis (15h)

Dia 30 – Encerramento do “LiteRaízes 2019” com o “Projeto Nosso Quintal – dia de Brincar” com o tema “Africanidade Lúdica”, com a presença de Thata Alves e o lançamento do livro “Ibejis”, dos irmãos Brenno e Bryan Alves, e da trupe dos Poetas do Tietê, capitaneados pelo escritor Paulo D'Auria e pela poeta Cissa Lourenço. (à partir das 13h)


Rua Xingu, 110, Vila Santo Antonio, Ferraz de Vasconcelos



3 de novembro de 2019

29 de outubro de 2019

A história de Patrícia




Busca Ativa EJA


Atualmente, a rede estadual de São Paulo possui 190 mil alunos de EJA matriculados em 1.100 escolas de todo o Estado de São Paulo, mas ainda existe um universo de jovens e adultos fora da escola.

Com o objetivo de incentivar o retorno dessas pessoas aos estudos e a permanência na escola, a Secretaria da Educação vai iniciar uma campanha de “Busca Ativa” em toda a Rede. A ideia é informar a data de abertura das inscrições, que acontecerão de 1º a 31/10, em todas as unidades escolares e no Poupa Tempo, e também incentivar a criação de um ambiente acolhedor para quem procurar a escola. MAIS 






29 de setembro de 2019

Lugares de Memória: Lugares de Consciência



Curso:  “Lugares de Memória e Direitos Humanos no Brasil” 



A imagem pode conter: 3 pessoas, tela e área interna



O QUE É UM LUGAR DE MEMÓRIA? 




Robben Island
Mandela passou 27 anos na prisão - inicialmente em Robben Island e, mais tarde, nas prisões de Pollsmoor e Victor Verster.




Auschwitz-Birkenau Memorial & Museum



Jane Addams House





The Tenement Museum



Quilombos urbanos 



A cidade e os cortiços: o bairro Santa Efigênia



Memorial da Resistência 


Túmulo de Andréia de Mayo 
1º Marco da Memória Transexual 




Framing (Enquadramento)
George Lakoff




22 de setembro de 2019

Aula 4 - “A resistências da sociedade civil e as lutas pela democracia”





"Um silêncio da História" (Jacques Le Goff)







Os versos de Adoniran “O nosso amor é mais gostoso, nossa saudade dura mais, o nosso abraço mais apertado… Nóis não usa as bleque tais” retrata exatamente a essência de uma vida simples e sem regalias, em que gestos são mais importantes que os bens materiais. É assim que o operário Otávio (Gianfrancesco Guarnieri) e a dona de casa Romana (Fernanda Montenegro) vivem. Contudo, as ideologias da família são colocadas em jogo quando o filho Tião (Carlos Alberto Riccelli) resolve furar a greve dos empregados – liderada por seu pai – da fábrica. MAIS



Nois nao usam bleque tais - Adoniran Barbosa 





Às oito e meia da manhã, no dia 15 de agosto de 1969, um destacamento de doze guerrilheiros da Ação Libertadora Nacional (ALN) invadiu a estação transmissora da Rádio Nacional, em Piraporinha, perto de Diadema (SP). O grupo interrompeu a ligação com o estúdio e transmitiu uma gravação em que Carlos Marighella lia um manifesto. Na meia hora em que a estação esteve sob o controle da ALN o manifesto foi lido mais de uma vez. MAIS


Mil Faces de um Homem Leal (Marighella) - Racionais -



 A música brega como ato de contestação ao Regime Militar 

O equívoco de rotular a música prega como símbolo de conformismo social 


Em 1973, o governo militar vetou a música Uma Vida Só (Pare de Tomar a Pílula), do ídolo brega Odair José. A letra não pregava a resistência contra a ditadura, não falava de qualquer herói do comunismo nem fazia doutrinação marxista. A culpa foi do refrão: “Pare de tomar a pílula, porque ela não deixa o nosso filho nascer. Pare de tomar a pílula, pois ela não deixa sua barriga crescer”. O governo patrocinava uma campanha nacional de controle da natalidade na época. Não tinha, então, como tolerar o sucesso daqueles versos “pró-vida”. MAIS







Em 1977, Ayrão mandou uma música para aprovação da Censura que tinha o título “Treze Anos”. Era uma manifestação clara e inequívoca contra os 13 anos da ditadura fardada que se comemorava justamente naquele 1977. A música foi censurada. E o que ele fez? Deixou passar uns três meses e quando a emenda do divórcio do senador Nelson Carneiro passou a ser debatida no Congresso Nacional (foi aprovada em junho de 1977), ele a reenviou à Censura com novo nome: “O Divórcio”. Foi liberada sem que uma vírgula sequer da letra original tivesse sido modificada. MAIS





Qual o papel das mulheres nessas organizações?

Não podemos reproduzir o silêncio que impera na sociedade. A discussão não é só de classe, é racial, é de gênero.   (Prof. Oswaldo de Oliveira Santos Junior) 




(participação das mulheres: 24%)




(participação das mulheres: 27%)


(participação das mulheres: 24%)





(participação das mulheres: 18%)




OS NOVOS CAPITÃES DO MATO 



Os 2 sujeitos da tortura: 


1º -  O agente público:  tortura para obter informação 




2º - O agente privado: tortura para punir 





8 de setembro de 2019

Encontro mensal de docentes APEP




ANPUH DIVULGA | NOTA



É preciso glorificar com cuidado. Elementos constitutivos da identidade de uma Nação, os historiadores e historiadoras celebram hoje o dia oficial de nossa independência. Rememoramos para não esquecer que foram vários os processos de disputas, em datas distintas e interesses diversos. O 7 de setembro é tão somente uma data. Sem a análise do contexto, somos incapazes de compreender o complexo processo de nossa independência inacabada. O 07 de setembro de 1822 não extinguiu a escravidão, não realizou a reforma agrária e não permitiu a inclusão de milhares de pobres, integrantes deste país chamado Brasil. Conquistamos a liberdade, mas o combate permanece...
De todo modo, o nacionalismo nos conforta no dia de hoje. Em nome dele, lutamos por um Brasil livre, inclusivo e soberano. O passado do país nos permite afiançar: o conhecimento nos liberta, o sofrimento nos mobiliza e a empatia nos protege.
Somos livres! Viva a liberdade de pensamento e as ciências da Nação ! MAIS


 A "independência" na mídia tradicional (Fonte: oglobo globo com)

 A "independência" na mídia alternativa (Fonte: Mídia Ninja)







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