13 de novembro de 2014

Desafio: Mês da Consciência Negra



No Grupo de Ciências Humanas lancei o desafio ...

...Agnaldo Benedito comentou sobre a resistência deflagrada pelo povo da diáspora e afrodescendentes , Renata Barbosa ressaltou as riquezas do continente africano, Milene Moreira destacou a cultura, danças e literatura. Vou lançar o desafio: No mês da Consciência Negra os membros do grupo façam publicações considerando os aspectos que foram mencionados pelo Agnaldo, Milene e Renata Barbosa e do protagonismo social e produtivo de Jurema Batista.

Vale a pena ler novamente o que escreveu Renata Barbosa, em seu comentário aqui no grupo, " Infelizmente temos o hábito de fazer estas reflexões em novembro por conta do dia da Consciência Negra, acredito que aos poucos professores, gestores e alunos perceberam que este tema deve ser abordado durante todo o ano letivo."

Publicações
1ª Renata Barbosa - Os perigos de uma história única. 
Velha Chica


2ª Regina Fernandes - Álbum de fotos 


3ª Marluce Nascimento - Som Africano 


4ª Rita Maura - Kiriku e a feiticeira


5ª Agnaldo Benedito - 10 ideias errôneas que temos sobre a África


6ª Milene Moreira - Joseph EZE - Pata-pata


Missão Haiti Kobonal


7ª Publicação Eliana Florindo - Gospel Africano


8ª Agnaldo Benedito - Você conhece a África? Faça o quinto QUIZ do por dentro da África. 


9º Ana Carolina Moro - Desembargadora carioca e o senador americano.


10º Solange Maris Lessa Yonamine - Anemia Falciforme


11ª Mari Carvalho - Da Periferia de SP para as Periferias do Mundo


QUEM SERÁ O PRÓXIMO?


Grupo de Ciências Humanas
https://www.facebook.com/groups/426996154066838/




Divulgando: O Canto do Zumbi








10º PRÊMIO CONSTRUINDO A IGUALDADE DE GÊNERO



Informamos que estão abertas as inscrições para o 10º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero, até o dia 28 de novembro. Trata-se de um concurso de redações, artigos científicos e projetos pedagógicos na área das relações de gênero, mulheres e feminismos. O Prêmio tem como objetivos estimular e fortalecer a reflexão, pesquisas e iniciativas de enfretamento as desigualdades entre homens e mulheres, incluindo suas interseções com as abordagens de classe social, geração, raça, etnia e sexualidade. É promovido pela Secretaria de Políticas para as Mulheres/Presidência da República, Ministério da Ciência e Tecnologia, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, Ministério da Educação e a ONU Mulheres.

O prêmio possui categoria voltada para os alunos do Ensino Médio, com o envio de redações, e categoria voltada para Escolas Promotoras da Igualdade de Gênero, com o envio de projetos e ações pedagógicas. Também podem concorrer Mestra(e) e Estudante de Doutorado; Graduada(o), Especialista e Estudante de Mestrado; e Estudante de Graduação. O prêmio é atribuído a essas 5 (cinco) categorias. Estudante do Ensino Médio concorre ao prêmio de Laptop + Impressora + bolsa de estudos e a Escola Promotora da Igualdade de Gênero ao prêmio de R$ 10mil.






12 de novembro de 2014

A 9ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos no Hemisfério Sul

A 9ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos no Hemisfério Sul, promovida pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) em parceria com o Ministério da Cultura (MinC) e a Universidade Federal Fluminense (UFF), com o apoio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e da Fundação Euclides da Cunha.

Serão selecionadas até MIL (1.000) instituições, que receberão um kit contendo três DVDs com filmes da Mostra, além de material promocional do evento, para exibição de filmes com projeção a partir de aparelho de DVD no período entre 8 de janeiro e 31 de março de 2015.

Inscrições abertas até o próximo dia 15 de novembro de 2014, pelo site: 

A 9ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos no Hemisfério Sul constitui uma oportunidade especial de promoção da Educação em Direitos Humanos na rede estadual de ensino.


www.planetaamericalatina.com


3 de novembro de 2014

Educação Quilombola: um direito a ser efetivado

Os quilombos no Brasil, existentes desde o século XVI, são uma demonstração de resistência sócio-política e cultural. A maioria das comunidades está situada em área rural de difícil acesso, muitas ainda sem energia elétrica e água tratada ou acesso à políticas públicas básicas como educação, saúde, transporte. 

Habitar e cultivar a terra nos interiores de todas as regiões do Brasil foi uma das estratégias de sobrevivência dos povos quilombolas. Viver em territórios longe dos centros políticos dministrativos, “capital”, “província”, de modo a dar continuidade à sua existência.

A educação quilombola é compreendida como um processo amplo - que inclui a família, a convivência com os outros, as relações de trabalho e com o sagrado e as vivências nas escolas, nos movimentos sociais e em outras organizações da comunidade. Assim, compreende-se a educação como um processo que faz parte da humanidade e está presente em toda e qualquer sociedade, e a escolarização é uma recorte do processo educativo mais amplo.

Na perspectiva da escolarização quilombola existe pouca informação oficial sobre as taxas de escolaridade, evasão e aproveitamento, ou seja, indicadores sobre a educação em comunidades quilombolas. MAIS



Fonte (imagem e texto): http://www.dhnet.org.br



As comunidades quilombolas e a Educação Quilombola no Brasil 

Com o fim do escravismo, as comunidades quilombolas espalharam-se em diversas regiões do Brasil na tentativa de reconfigurar outros lugares e espaços sociais de resistência e liberdade. Somente a Constituição Federal de 881 inverte os valores atribuídos aos quilombos, como aqueles presentes na legislação colonial, passando da categoria de quilombos como crime, para o reconhecimento de sua identidade e a urgente necessidade de reparação às violações sofridas (Almeida, 2008). A entrada definitiva das comunidades e o seu reconhecimento pelo Estado dá-se pelo decreto de Lei nº 4.887 de 2003 que considera remanescentes das comunidades dos quilombos “os grupos étnico – raciais, segundo critérios de auto – atribuição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com a resistência à opressão histórica sofrida” (Brasil, 2003). Ademais, o artigo 68 º ADCT e os artigos 215 e 216 da Constituição Federal de 1988 inauguram a regulamentação do início de um processo de reparação histórica pelos danos causados à população negra e quilombola.

Beatriz Caitana da Silva - Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra – FEUC




Som Africano

Há alguns anos, o sambista Martinho da Vila, gravou a canção "Som Africano". A canção, em dialeto Kibundo, fala de uma lenda africana. É uma conversa de mãe com o filho, na qual, a mãe pede para o filho não sair de casa. O filho desobedece e é atacado por abelhas. Com a pele toda empolada, o menino volta pra casa, volta para a mãe.



Texto: Marluce Nascimento


Martinho da Vila - Som africano
www.youtube.com



Colaboração: Marluce Nascimento 
EE Anis Fadul 


Os perigos de uma história única


Chimamanda Adichie - Os perigos de uma história única
www.youtube.com


Colaboração: Renata Barbosa
EE Yolanda Bassi



10 ideias errôneas que temos sobre a África

Uma jornalista da Namíbia, Christine Vrey, estava revoltada com a ignorância das pessoas com quem já conversou a respeito de seu continente natal, a África. Segundo ela, o mundo ocidental sabe muito menos do que deveria sobre o continente africano, pecando por ignorância e preconceitos. Pensando nisso, Christine elaborou uma lista com dez ideias enganosas sobre o continente.

1 – Todos os africanos são negros



2 – Os africanos não sabem o que é um banheiro

3 – A África tem poucos hotéis

4 – Existe o “idioma africano”

5 – A África é uma excluída digital

6 – Há animais selvagens por toda parte

7 – Os africanos têm comidas estranhas

8 – Todos os africanos vivem em cabanas

9 – A África inteira é um deserto

10 – A África é um país



Colaboração: Aguinaldo Benedito
EE Paulo Kobayashi


28 de outubro de 2014

25 de outubro de 2014

Jongos, Calangos e Folias

Vídeo – trecho do documentário Jongos, Calangos e Folias: música negra, memória e poesia constituído a partir do acervo UFF Petrobrás Cultural Memória e Música Negra. É considerado subsídio para as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Racias e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana, publicadas em 2004. A história dos jongos, calangos e folias, como patrimônios culturais, é apresentada de forma associada à história social dos grupos que lhe dão suporte. Poderá ser utilizado no 5º ano do Ensino Fundamental em História, para a primeira Expectativa de Aprendizagem. Utilizar as categorias de tempo ao analisar acontecimentos históricos regionais e nacionais, mas precisamente na Orientação Geral “Análise das heranças políticas, econômicas e culturais dos diferentes povos que constituíram a sociedade paulista e brasileira ao longo do tempo por meio do estudo de diferentes recursos”. Assim como, durante todo o 8º ano do Ensino Fundamental, para complementar as situações de aprendizagens que abordam a sociedade e a cultura do Brasil Colônia.


Fonte: curriculomais.educacao.sp.gov.br/





24 de outubro de 2014

Halloween ou Dia do Saci: o que comemorar em 31 de outubro?


Halloween ou Dia do Saci: o que comemorar em 31 de outubro
www.youtube.com





Muitas vezes a escola prepara a festa pela festa e não esclarece o significado 



"Muitas crianças adoram o Halloween porque é uma data divertida, com fantasias, atividades lúdicas e doces, muitos doces. Apesar de não ser uma festividade brasileira, clubes e escolas organizam eventos de Halloween. Perguntei a uma amiga, que estava levando as crianças para um evento desses, o que elas pensavam que era o significado desse dia. Ela disse que o viam como uma festa como o Carnaval." 
(Camila Appel - blogfolha)


Quais os povos que realizam Halloween?

Qual a origem do nome?

A tradição tem origem em que ritual?

Qual o sentido para o uso da decoração e das fantasias?

A abóbora está vinculada a qual lenda?



Para reflexão


















(...) 
A origem da abóbora estaria vinculada a uma lenda irlandesa, sobre um homem chamado Jack. Alcoólatra grosseiro, ele teria se encontrado sem dinheiro para pagar sua bebida e fez um pacto com o diabo que se transformou numa moeda. Ao morrer, Jack não foi aceito no céu nem no inferno, pois o diabo se sentiu traído por ele. Mas o diabo entregou uma brasa para que Jack iluminasse seu caminho pelo limbo. Jack guardou a brasa num nabo, para durar mais. (Camila Appel - blogfolha)



Voltar às atenções no mês de outubro para o Dia das Bruxas é realmente um problema. É preciso ter cuidado e lembrar às crianças que, originalmente, esta data não faz parte da nossa história e tradição. Pensando nisso, o Governo do Estado de São Paulo decretou, em 2005, o Dia do Saci, o mesmo dia 31 de outubro. Coincidência? Sem dúvida não, a iniciativa foi uma forma de valorizar a cultura brasileira e tentar coibir a americanização - já que, no imaginário do Brasil, o Saci é um símbolo. 
Fonte: educarparacrescer.abril.com.br/




HALLOWEEN OU DIA DO SACI?


abril.com.br




MEMÓRIA



"MEMÓRIA ESCOLAR, EDUCAÇÃO E PATRIMÔNIO"

A preservação do patrimônio histórico e cultural das escolas está cada vez mais presente nos debates e nas ações de instituições públicas e privadas. Essa postura tem contribuído para a (re)descoberta de nossa história institucional, fortalecendo vínculos e identidades.

É necessário que o trato do patrimônio histórico não se reduza à guarda e à conservação dos bens, mas que a relação da sociedade com seu patrimônio histórico seja de constante interação, de modo a propiciar experiências ricas e transformadoras, adquiram uma conscientização do seu pertencimento a essa comunidade e de seu papel na construção da cidadania.

Por esta razão, o Programa "Memória Escolar, Educação e Patrimônio" tem como foco a preservação da memória, sempre enfatizando a pesquisa, a investigação e o debate. Gestores e Professores serão subsidiados para a elaboração e desenvolvimento de projetos para a construção do conhecimento. 

Fonte: http://www.crmariocovas.sp.gov.br/dhe.php?t=002



Patrimônio em Rede
www.youtube.com



Memória Escolar 
Educação e Patrimônio 
C.R.E. Mário Covas 




11 de outubro de 2014

PENSADORES NEGROS



Curso: Educação para as Relações Étnico-raciais:

Africanidades e Afrodescendência (6ª aula)



Temos que refletir sobre a contribuição dos pensadores negros na história do Brasil, desqualificar esse legado, poderá causar um prejuízo imenso.



Na 6ª aula do curso, o professor Henrique Cunha abordou o protagonismo social nos (as) diversos (as) setores/áreas: política, educação, literatura, teatro, direito, sociologia, geografia, entre outros.





Antonio Pereira Rebouças

https://www.geledes.org.br/hoje-na-historia-1798-nascia-antonio-pereira-reboucas/


Pretextato dos Passos e Silva
http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/rbhe/article/view/38726


Maria Firmina dos Reis
http://www.palmares.gov.br/?p=34293
http://www.jornaldepoesia.jor.br/mfirmina.html


Luiz Gama 





Teodoro Sampaio 



Benjamin de Oliveira 


Guerreiro Ramos 


Clóvis Moura 


Beatriz Nascimento 
https://www.geledes.org.br/tag/beatriz-nascimento/

Carolina Maria de Jesus 


Solano Trindade 
http://www.museuafrobrasil.org.br/pesquisa/hist%C3%B3ria-e-mem%C3%B3ria/historia-e-memoria/2014/12/30/solano-trindade

Milton Santos 






www.bahiatodahora.com.br





Henrique Cunha Junior 

Prof. Titular – Universidade Federal de Viçosa




6 de outubro de 2014

Curso: Africanidades e Afrodescendência



Curso: Educação para as Relações Étnico-Raciais:
Africanidades e Afrodescendência (5ª aula)


A MÁ CONSCIÊNCIA IMPOSTA PELO LIVRO CASA GRANDE & SENZALA


A má consciência imposta pelo livro "Casa Grande & Senzala" permanece. Neste, exalta-se o colonizador, o escravizador, o criminoso, por ter estuprado as escravizadas, e tem-se aí a firmação da boa convivência do
sistema, em que a escravizada mestiçou-se como o escravizador (FREIRE, 1994). O fato é trabalhado como positivo. O estupro da escravizada não é apresentado como crime abominável.

Fica no imaginário social as formas re-trabalhadas pelas novelas como um romance livre entre seres como a mesma autonomia social, e não como um ato de coerção e maus-tratos, de imposição machista e racista. Não é apresentado como crime devido ser à base da mestiçagem brasileira. Esta, por sua vez, é narrada como o fator conciliador entre negros e brancos no Brasil.

Ressalta-se uma ideia de que a mestiçagem tivesse resolvido os problemas sociais. Nós temos que lembrar que os mestiços foram vendidos pelos seus pais, escravizadores, como escravos. Eles não herdaram as propriedades e as contas bancárias. Ficaram no lugar do negro, no meio da população escravizada.

Henrique Cunha Junior 
Prof. Titular – Universidade Federal de Viçosa


brejo.com


16 de setembro de 2014

O EDITAL GESTÃO ESCOLAR PARA EQUIDADE - JUVENTUDE NEGRA


O EDITAL GESTÃO ESCOLAR PARA EQUIDADE - JUVENTUDE NEGRA.

Este edital é direcionado a escolas públicas de Ensino Médio e organizações com interesse na área da Educação e superação das desigualdades raciais.


Iniciativa do Baobá – Fundo para Equidade Racial, do Instituto Unibanco e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com a colaboração técnica do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento e a implementação de práticas inspiradoras de gestão escolar que busquem elevar resultados educacionais dos jovens negros e das jovens negras.

As disparidades reveladas pelos indicadores escolares de jovens negros e negras estão diretamente vinculadas às relações raciais dentro e fora da escola. A gestão escolar pode e deve identificar as situações de desigualdade que afetam particularmente esses estudantes e implementar ações para enfrentá-las.

Para alcançarmos melhores resultados educacionais para todos os alunos e todas as alunas, a gestão escolar necessita criar condições de equidade e valorizar a diversidade, apoiando a construção da identidade e do pertencimento das novas gerações de afrodescendentes. Deve contribuir ainda para a redefinição das relações raciais entre estudantes, assim como entre estudantes e professores, através do (re)conhecimento, sobretudo pelos jovens negros e pelas jovens negras, de sua origem, história e cultura nos conteúdos curriculares e nos processos de ensino-aprendizagem.





Leia o Edital




14 de setembro de 2014

SARESP 2013 - Resultados


SARESP

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

O Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo – SARESP – é uma avaliação externa da Educação Básica, realizada desde 1996 pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo – SEE/SP. O SARESP tem como finalidade produzir informações consistentes, periódicas e comparáveis sobre a situação da escolaridade básica na rede pública de ensino paulista, visando orientar os gestores do ensino no monitoramento das políticas voltadas para a melhoria da qualidade educacional.

Os resultados da avaliação do SARESP em Língua Portuguesa (Linguagens) e em Matemática são passíveis de comparação com aqueles da avaliação nacional (Saeb/Prova Brasil) e aos resultados do próprio SARESP ano após ano. Dessa maneira, as informações fornecidas pelo SARESP permitem aos responsáveis pela condução da educação, nas diferentes instâncias, identificar o nível de aprendizagem dos alunos de cada escola nos anos/séries e habilidades avaliadas, bem como acompanhar a evolução da qualidade da educação ao longo dos anos.



www.noticiaki.com




SARESP 2013 
(Resultados Gerais, Boletins de Resultados, Relatórios Pedagógicos e Sumário Executivo)


SARESP 2013


RESULTADOS GERAIS






BOLETINS DE RESULTADOS







RELATÓRIOS E SUMÁRIO EXECUTIVO









22 de agosto de 2014

Internet chega à maioria das aldeias indígenas de MT


A internet, via cabo, satélite ou rádio, já chegou em mais da metade das aldeias indígenas de Mato Grosso, onde vivem 33 povos identificados.

Uma das aldeias, a Kravari, do povo Manoki, no município de Brasnorte, é atendida pelo Ponto de Cultura, programa federal que promove o estímulo a iniciativas culturais por meio de convênios. Neste caso, a internet chega via rádio. LEIA MAIS. 





20 de agosto de 2014

Plano Setorial para a Cultura Afro-brasileira


A construção do Plano Setorial para a Cultura Afro-brasileira, que está respaldada no cumprimento da meta de número 46 do Plano Nacional de Cultura (PNC), será coordenado pela Fundação Cultural Palmares – MinC e, após aprovação, deverá orientar a elaboração e implementação de políticas públicas para a cultura afro-brasileira em todo o Brasil.






13 de agosto de 2014

TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO


O pedagogo, palestrante e colunista da revista Profissão Mestre, Hamilton Werneck, fala neste vídeo sobre a importância da utilização de tecnologias (PC, tablet e notebook) dentro do ambiente escolar e também sobre os riscos que elas trazem.

Importância, vantagens e desvantagens das tecnologias na educação
www.youtube.com



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...